Esporte News Mundo
·6 juillet 2026
Brasil amarga maior jejum de títulos da história após queda na Copa do Mundo de 2026

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A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 marcou mais uma frustração para o torcedor e estabeleceu um novo recorde negativo na história do futebol brasileiro. Com o adeus precoce ao Mundial, o Brasil durante o período da Copa do Mundo de 2030 acumulará 28 anos sem conquistar um título mundial, superando oficialmente a antiga maior seca da Seleção, que durou 24 anos entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.

(Foto: Buda Mendes/Getty Images)
Desde o pentacampeonato conquistado em 2002, no Japão e na Coreia do Sul, a equipe brasileira não voltou a levantar a taça mais importante do futebol. Quando a próxima edição da Copa do Mundo começar, terão se passado quase três décadas desde o último título da Amarelinha.
O novo período sem conquistas passa a ser o maior da história da Seleção desde o primeiro título mundial, conquistado em 1958. Até então, o maior intervalo havia sido registrado entre 1970 e 1994, quando o Brasil precisou esperar seis edições do torneio para voltar ao topo do mundo. Agora, serão sete Copas disputadas entre um título e outro.
Ao longo de sua trajetória, a Seleção viveu diferentes períodos entre uma conquista e outra. Após vencer em 1958, precisou de apenas quatro anos para conquistar o bicampeonato, em 1962. Depois, foram oito anos até o tricampeonato de 1970. O maior hiato até então era de 24 anos, encerrado com o título de 1994. O penta veio oito anos depois, em 2002, mas, desde então, o Brasil não conseguiu repetir o feito.
A sequência recente evidencia a dificuldade brasileira em competições eliminatórias. Desde o título conquistado na Ásia, a Seleção acumulou eliminações em diferentes fases do mata-mata.
Em 2006, caiu nas quartas de final para a França. Em 2010, voltou a ser eliminada nas quartas, desta vez pela Holanda. A campanha de 2014 terminou com a histórica derrota para a Alemanha na semifinal e, posteriormente, a perda da disputa pelo terceiro lugar. Em 2018, a Bélgica interrompeu a caminhada novamente nas quartas de final, enquanto a Croácia repetiu o roteiro em 2022. Agora, em 2026, foi a Noruega quem encerrou o sonho brasileiro logo nas oitavas de final.
A eliminação também reforça a necessidade de uma reconstrução para o próximo ciclo. Com Carlo Ancelotti mantido no comando pela CBF, a expectativa passa a ser de um trabalho mais longo e consistente até o Mundial de 2030, quando o Brasil tentará encerrar o maior jejum de títulos de sua história e buscar o tão sonhado hexacampeonato.







































