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·13 avril 2026
Caso Carlos Miguel ganha novo capítulo após ofensa racista em vídeo de influenciador

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A denúncia de racismo contra Carlos Miguel ganhou um novo desdobramento fora de campo. Além do vídeo gravado na arquibancada com o insulto racial ao goleiro do Palmeiras, uma publicação mostrou também um influenciador corintiano repetindo a ofensa nas redes sociais após a defesa feita pelo jogador no segundo tempo do clássico.
O caso de racismo denunciado pelo Palmeiras contra o goleiro Carlos Miguel ganhou um novo desdobramento nesta segunda-feira. Depois da circulação do vídeo em que é possível ouvir o termo “macaco” vindo da arquibancada após uma defesa do camisa 1 no clássico contra o Corinthians, uma nova publicação passou a repercutir nas redes ao mostrar um influenciador corintiano repetindo a mesma ofensa.
A gravação divulgada em redes sociais e repercutida por veículos de imprensa ampliou a dimensão do caso, que já havia levado o Palmeiras a se posicionar oficialmente no fim da noite de domingo. O clube alviverde repudiou o episódio, prestou solidariedade a Carlos Miguel e cobrou providências para que o responsável seja identificado e punido.
A nova frente da repercussão surgiu com a publicação de um vídeo atribuído a um influenciador corintiano, no qual ele usa a expressão racista contra Carlos Miguel após uma intervenção do goleiro no jogo. A manifestação foi destacada por publicações que passaram a tratar o episódio não apenas como um caso isolado na arquibancada, mas como algo que também encontrou eco em conteúdo produzido nas redes sociais.
O vídeo principal do estádio já havia colocado o caso em evidência. Nele, a ofensa racial aparece logo depois de Carlos Miguel defender uma finalização de Yuri Alberto no segundo tempo do Dérbi. A partir desse registro, o episódio passou a repercutir amplamente ao longo da noite e da madrugada.
Depois da partida, o Palmeiras se manifestou publicamente e afirmou que Carlos Miguel foi alvo de ofensas racistas durante o clássico. O clube pediu que as autoridades adotem as medidas necessárias para identificar e responsabilizar o autor da agressão verbal.
O posicionamento do Palmeiras transformou o episódio em caso formal de denúncia pública e tirou o foco apenas do resultado esportivo do Dérbi. A partir dali, a repercussão passou a envolver não só o ambiente do estádio, mas também os desdobramentos jurídicos, institucionais e disciplinares do caso.
O Corinthians também se pronunciou depois da denúncia. Em nota oficial, o clube manifestou solidariedade a Carlos Miguel, repudiou qualquer ato de racismo e afirmou que busca identificar o responsável pela ofensa registrada na Neo Química Arena.
Com isso, o caso passou a ter reação oficial dos dois lados do clássico. O episódio ainda deve seguir em apuração, especialmente diante da circulação de vídeos e do alcance que o tema ganhou após o jogo.
O empate sem gols entre Corinthians e Palmeiras já havia sido cercado por forte tensão dentro e fora de campo. Com a denúncia de racismo contra Carlos Miguel e a repercussão de um influenciador repetindo a ofensa nas redes, o pós-Dérbi ganhou um contorno ainda mais grave.
A sequência de acontecimentos amplia a pressão por resposta das autoridades e reforça o tamanho do constrangimento gerado por mais um caso de injúria racial ligado ao futebol brasileiro.
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