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·29 janvier 2026
Caso Fernando Santos: órgãos sociais da FPF aprovam pagamento de 2,6 M à Segurança Social

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Depois de ter anunciado, na semana passada, que decidiu proceder ao pagamento de 2,6 milhões de euros à Segurança Social por irregularidades no contrato de Fernando Santos, a Federação Portuguesa de Futebol comunicou, na tarde desta quinta-feira, que os seus órgãos sociais «manifestaram total concordância com a decisão de proceder ao pagamento imediato dos valores reclamados».
Pedro Proença, presidente da FPF, esteve reunido com Álvaro Campos Ferreira (Assembleia Geral), Sandra Oliveira e Silva (Conselho de Disciplina), Luciano Gonçalves (Conselho de Arbitragem), Luís Verde Sousa (Conselho de Justiça) e Raquel Esperança (Conselho Fiscal), sendo que a decisão foi revelada pouco depois do encontro.
«No seguimento da deliberação tomada pela Direção na reunião extraordinária de 20 de janeiro, os Órgãos Sociais foram informados da notificação recebida pela Segurança Social que imputa desconformidade legal à arquitetura laboral relativa à contratação da anterior equipa técnica da Seleção Nacional, que determina a liquidação de 2,6 milhões de euros relativa a contribuições consideradas em falta entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022, acrescidos de juros de mora e coimas ainda por apurar.
Face aos esclarecimentos prestados pela Segurança Social e aos pareceres emitidos por juristas externos e independentes, a saber, Professor António Menezes Cordeiro e Professor João Leal Amado, todos os Presidentes dos Órgãos Sociais manifestaram total concordância com a decisão de proceder ao pagamento imediato dos valores reclamados.
Na reunião, a Presidente do Conselho Fiscal esclareceu que, no exercício das funções anteriormente desempenhadas como elemento externo de apoio às revisões trimestrais do Conselho Fiscal, não lhe foi concedido acesso, nem lhe foi solicitada qualquer apreciação, sobre o modelo contratual aplicável aos selecionadores nacionais ou às respetivas equipas técnicas. Esclareceu ainda que a negociação e definição do contrato em causa foram conduzidas exclusivamente pelo então Presidente da FPF. Informou, por fim, encontrar-se na plenitude das condições para o exercício das funções que lhe estão atribuídas», podia ler-se no comunicado.








































