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·1 juin 2026
CBF escolhe Yapoli para gerir, distribuir e monetizar fotos e vídeos oficiais da Seleção na Copa do Mundo

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·1 juin 2026

A CBF escolheu a Yapoli, plataforma brasileira de Digital Asset Management, DAM, para ser a plataforma oficial global da entidade para a gestão, distribuição e monetização das imagens oficiais da própria CBF durante a Copa do Mundo. A solução será usada para centralizar e organizar os materiais produzidos pelos fotógrafos homologados da CBF, criando um ambiente estruturado para acesso por imprensa, jogadores, parceiros comerciais e demais públicos autorizados.
A iniciativa marca uma nova etapa na forma como a CBF estrutura seu acervo visual. Em vez de conteúdos circulando por fluxos informais, como links avulsos, drives compartilhados e envios descentralizados, a plataforma permitirá que a entidade tenha mais governança sobre suas imagens oficiais, com controle de acesso, rastreabilidade, organização por metadados e possibilidades de licenciamento e comercialização.
“A parceria entre a CBF e a Yapoli para a criação do novo Media Center marca um avanço importante na modernização da gestão de conteúdo da entidade. Nosso objetivo foi organizar de forma eficiente o banco de fotos e vídeos da CBF e facilitar o acesso da imprensa e dos patrocinadores a esses materiais, especialmente às vésperas de uma Copa do Mundo. A tecnologia e o comprometimento da Yapoli foram fundamentais para que esse projeto ganhasse forma e entregasse resultados imediatos. O próximo passo será recuperar imagens históricas do nosso futebol e reconstruir um acervo que, infelizmente, se perdeu ao longo das últimas gestões. Resgatar essa memória é um compromisso da Comunicação da CBF, e estamos determinados a reconstruir esse patrimônio com profundidade e responsabilidade”, afirma Fábio Seixas, diretor de Comunicação da CBF.
Para a Yapoli, a parceria representa o maior momento de exposição da empresa em nove anos de operação. Fundada no Brasil, a startup atua na gestão de mídias digitais para grandes marcas e instituições, com clientes em segmentos como varejo, indústria, mídia, entretenimento e esporte. A empresa já passou por processos rigorosos de homologação em organizações relevantes como a própria CBF, envolvendo exigências de cibersegurança, privacidade, LGPD e governança de dados.
“O futebol é uma das maiores indústrias de conteúdo do mundo, mas boa parte desse conteúdo ainda circula de forma pouco estruturada. Uma imagem oficial da Seleção não é apenas um registro de jogo: é memória, propriedade intelectual e ativo de negócio. Na Copa, cada foto produzida pela operação oficial da CBF já nasce como parte de um acervo histórico, com valor para imprensa, jogadores, patrocinadores, documentários, campanhas e para a própria construção da história do futebol brasileiro. Nosso papel é dar governança, segurança e inteligência para esse patrimônio”, afirma Adalberto Generoso, co-fundador da Yapoli.
Além da organização e distribuição dos materiais, a tecnologia abre caminho para uma nova discussão sobre monetização de acervos esportivos. A partir de uma plataforma única, imagens oficiais podem ser disponibilizadas com diferentes regras de uso, seja para imprensa, aplicações comerciais, produções audiovisuais, campanhas, produtos licenciados ou outros formatos definidos pela entidade. O movimento acompanha uma tendência em que clubes, confederações e organizações esportivas passam a operar também como criadores e gestores de conteúdo.
O anúncio também ganha relevância em um contexto de avanço da inteligência artificial generativa. À medida que imagens sintéticas se tornam mais fáceis de produzir e distribuir, cresce o valor do conteúdo oficial, original e rastreável. Nesse cenário, plataformas capazes de organizar a origem, o uso e a circulação de mídias digitais passam a ocupar um papel estratégico para marcas, entidades esportivas e empresas de mídia. “O conteúdo verdadeiro tende a se tornar cada vez mais valioso. Qualquer pessoa pode gerar uma imagem sintética de um jogador, mas a imagem oficial, registrada por uma operação homologada, com origem clara e uso autorizado, tem outro peso. A Yapoli atua justamente nessa camada: proteger o que é real, organizar o acesso e ajudar instituições a capturar valor a partir do conteúdo que produzem”, completa Adalberto.
Com a Copa do Mundo, a Yapoli amplia sua visibilidade no mercado esportivo, setor em que já atua com instituições como CBF e Confederação Brasileira de Voleibol. A empresa também foi reconhecida por quatro anos consecutivos no ranking 100 Startups to Watch, iniciativa da PEGN que destaca startups de alto potencial no ecossistema brasileiro.







































