Calciopédia
·7 février 2026
Com hierarquias mais nítidas e a sobrevivência em jogo, a Serie B 2025-26 entra na reta decisiva

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·7 février 2026

Após 22 rodadas, a Serie B 2025-26 começa a apresentar contornos mais claros em todas as zonas da tabela, ainda que o equilíbrio siga sendo uma de suas marcas centrais. A distância entre os postulantes ao acesso direto e o bloco que ocupa a zona de playoffs permanece relativamente curta, enquanto a metade inferior do campeonato concentra uma disputa intensa entre equipes que oscilam entre a sobrevivência tranquila e o risco concreto de envolvimento com a luta contra o rebaixamento, incluindo algumas decepções.
No fechamento deste texto, o Venezia aparece na ponta superior com 47 pontos, seguido por Frosinone, Monza – que perdeu a liderança recentemente – e Palermo, formando um bloco que briga pelo acesso direto, com alguma vantagem na pontuação. Enquanto isso, Cesena, Modena, Juve Stabia e Catanzaro fecham a zona de playoffs, e nomes pesados, como Empoli, Sampdoria – que finalmente respira um pouco –, Bari e Spezia lutam para não se afogarem na parte mais profunda da tabela. Em paralelo, a janela de transferências movimentou, e muito, o certame, com a contratação mais impactante sendo justamente a do lanterna Pescara, com a volta de Lorenzo Insigne.
Os números ajudam a visualizar melhor as mudanças recentes: o Venezia, que vive um momento espetacular, ostenta o melhor ataque, com 44 gols marcados; o Palermo exibe a defesa mais sólida, vazada apenas 14 vezes; na outra ponta, o Pescara amarga a retaguarda mais frágil, já com 46 tentos sofridos, enquanto o Bari tem o setor ofensivo menos produtivo, com apenas 18 bolas nas redes. O Venezia é o time que mais venceu, com 14 triunfos, enquanto o Pescara soma somente duas vitórias. Juve Stabia e Südtirol lideram em empates, com 10 partidas terminando igualadas.
Na liderança, o Venezia conseguiu uma arrancada impressionante, vencendo seus últimos sete jogos, incluindo o confronto direto contra o Monza. Sustentada sobretudo pela regularidade defensiva e por um ataque que tem se mostrado eficiente diante de adversários posicionados mais abaixo na classificação, a equipe soma 47 pontos e ostenta o melhor saldo de gols da competição, conseguindo manter o controle das partidas mesmo quando não domina amplamente a posse de bola. A base do elenco foi preservada, com destaque para o zagueiro Michael Svoboda e para a parceria entre John Yeboah e Andrea Adorante no setor ofensivo. Ainda assim, a janela trouxe ajustes importantes, com a chegada de reforços pontuais para dar maior profundidade ao grupo, como Matteo Dagasso, contratado em definitivo junto ao Pescara. O desempenho coletivo mantém o time de Giovanni Stroppa como referência técnica do campeonato e candidato sólido ao retorno à primeira divisão, com reais chances de levantar o título.
Logo atrás, o Frosinone, com 14 jogos de invencibilidade, segue pressionando de perto, sustentando uma campanha extremamente consistente. Com apenas duas derrotas em 22 partidas, o time se destaca pela capacidade de controlar o ritmo dos confrontos e por uma defesa muito bem organizada, uma das menos vazadas da Serie B, com 19 gols sofridos – marca igualada à do próprio Venezia. O elenco passou por ajustes mais discretos durante a janela, priorizando a manutenção de peças-chave, como Giacomo Calò, além de pequenas correções de rota. Apenas Seydou Fini e Antonio Fiori chegaram por empréstimo para reforçarem os lados do campo, o que ajuda a explicar a estabilidade do desempenho. Trata-se de uma equipe claramente montada para brigar até o fim pela promoção direta.
Frosinone e Monza continuam brigando forte pelo retorno à elite (Ansa)
O Monza, que há poucas semanas figurava na primeira colocação, agora aparece em terceiro e permanece firmemente inserido no grupo dos playoffs, ainda que o objetivo do clube siga sendo o retorno imediato à Serie A. A equipe apresenta números ofensivos consistentes e uma defesa que, embora eficiente, ainda sofre oscilações pontuais ao longo dos jogos. Ao lado do brasileiro Hernani e de Giuseppe Caso, Patrick Cutrone é um dos principais reforços dos bagai nesta janela de inverno. O atacante, pertencente ao Como, já foi utilizado pelo técnico Paolo Bianco nos minutos finais da vitória sobre o Padova. O time lombardo segue tendo um dos elencos mais completos da liga, mas precisa transformar volume de jogo em maior regularidade de resultados para sonhar com algo além da disputa via playoffs.
Na sequência surge o Palermo de Filippo Inzaghi, que construiu sua campanha a partir de uma organização defensiva extremamente consistente: apenas 14 gols sofridos em 22 rodadas. O time alia solidez na retaguarda a um ataque funcional, que não depende excessivamente de um único jogador, apesar de contar com o artilheiro da competição, Joel Pohjanpalo, que soma 13 tentos. A janela foi utilizada de forma estratégica, com a chegada de Dennis Johnsen oferecendo mais peso ofensivo e alternativas para variar o desenho do setor de ataque. Os sicilianos se consolidam como um adversário difícil em qualquer cenário de mata-mata e aparentam estarem confortáveis dentro da zona de playoffs.
Logo abaixo, o Cesena aparece na quinta posição, com 37 pontos – e um jogo a mais, visto que entrou em campo na sexta, contra o Pescara. O conjunto tem mostrado capacidade de competir, porém sofre com certa instabilidade defensiva. Ainda assim, o desempenho de atletas que atingiram marcas relevantes, como jogadores já em dois dígitos de participações em gols na temporada – caso de Cristian Shpendi, com oito gols e três assistências – mantém o time romanholo no radar dos playoffs. A leitura é a de um elenco competitivo, que agora contará com os experientes Gaetano Castrovilli e Alberto Cerri, mas que precisa reduzir erros para se manter na disputa pelo acesso, como evidenciam as derrotas recentes para Avellino e Bari.
O Modena, com 34 pontos, na sexta colocação, representa um dos casos mais interessantes da temporada. A equipe alterna boas sequências com momentos de queda de rendimento: iniciou o campeonato com nove jogos de invencibilidade e agora soma apenas uma vitória nos últimos cinco compromissos. Ainda assim, a campanha até aqui é positiva e mantém o clube vivo na briga pelo acesso. O empréstimo de Giuseppe Ambrosino, do Napoli, e a manutenção de Yanis Massolin (comprado pela Inter, mas cedido aos canários até o fim da temporada), somados ao bom momento de Ettore Gliozzi e Grégoire Defrel, proporcionam a Andrea Sottil recursos para competir. Além da chegada de Manuel De Luca, de herói a excluído pela Cremonese. Em junho, o atacante decidiu a final do playoff contra o Spezia com dois gols, garantindo o acesso dos grigiorossi à Serie A. Mesmo assim, acabou sendo afastado do elenco lombardo e agora recomeça nos gialloblù. O desafio dos emilianos será sustentar competitividade até o fim do campeonato, algo que historicamente pesa na reta final da Serie B.
A Juve Stabia, projeto surpreendente desde a última temporada, também soma 34 pontos e se destaca pela capacidade de adaptação ao longo da competição. O time não apresenta números chamativos, mas compensa com organização e disciplina tática. Além de Leonardo Candellone no ataque e Marco Varnier na defesa, o treinador Ignazio Abate recebeu um número considerável de reforços nesta janela, como Kevin Zeroli, do Milan, e Salim Diakité e Alvin Okoro, de Palermo e Venezia, respectivamente – o último deles, apesar de ser vinculado aos vênetos, estava na Juventus Next Gen. Ainda assim, o time se mantém dentro da zona de playoffs, o que por si só já representa um mérito significativo, fruto de uma sequência recente de sete jogos de invencibilidade.
O Palermo é sólido, mas ainda precisa suar para tentar o acesso direto à elite (Arquivo/Palermo FC)
Fechando o grupo dos oito primeiros, o Catanzaro surge como uma equipe que alia intensidade ofensiva a certa vulnerabilidade defensiva. Com 28 gols marcados e 26 sofridos, suas partidas até aqui costumam ser abertas e imprevisíveis. O time venceu apenas uma vez nos últimos cinco jogos e ainda sofreu com cartões vermelhos consecutivos, diante de Frosinone e Venezia. A chegada de Luca Pandolfi oferece uma alternativa importante no setor ofensivo. O versátil meia-atacante Alphadjo Cissé, que já assinou com o Milan, segue como a principal referência técnica. Os calabreses, que não disputam a Serie A desde o início dos anos 1980, permanecem como candidatos legítimos aos playoffs, mas precisam encontrar maior equilíbrio entre ataque e defesa para se manterem competitivos em um eventual mata-mata.
Logo abaixo do grupo dos oito primeiros, a Carrarese ocupa uma posição que traduz bem a natureza de sua campanha. Com 29 pontos, o time vive um campeonato de afirmação, sustentado pela organização coletiva e pela capacidade de competir mesmo diante de elencos tecnicamente superiores. O saldo negativo de gols expõe limitações ofensivas e defensivas, mas não apaga o mérito de uma equipe que se mantém distante da zona de perigo. A janela trouxe ajustes pontuais para o conjunto comandado por Antonio Calabro, com reforços voltados à rotação do elenco, como os garotos Jonas Rouhi e Dachi Lordkipanidze. O time toscano parece confortável no meio da tabela, apoiada nas boas exibições de Fabio Abiuso, Nicolás Schiavi e Luis Hasa, ainda que precise manter atenção para não ser arrastada para uma disputa indesejada na reta final.
Na décima colocação, o Südtirol aparece com 28 pontos, reafirmando seu perfil tradicionalmente pragmático, porém eficiente, impulsionado por uma sequência recente de quatro vitórias consecutivas. A equipe mantém números equilibrados entre gols marcados e sofridos, reflexo de um modelo que prioriza compactação e aproveitamento máximo das chances. A chegada de reforços experientes durante a janela teve impacto imediato e podem auxiliar o time do veterano Fabrizio Castori a se safar da Serie C, cumprindo o seu objetivo: certamente, Riccardo Tonin e dois ex-jogadores de seleção italiana, como o fantasista Simone Verdi e o goleiro Alessio Cragno, devem ajudar.
Empoli e Avellino surgem empatados, também com 28 pontos, porém vivendo contextos distintos. O time toscano, rebaixado da Serie A, ainda busca uma identidade definitiva na competição. Até aqui, Alessio Dionisi não conseguiu apresentar resultados superiores aos de seu antecessor, Guido Pagliuca. Os números revelam uma formação capaz de marcar gols em quantidade razoável, mas que sofre defensivamente mais do que o esperado para um candidato ao acesso. A janela foi movimentada, com a chegada de jogadores jovens e experientes, como o zagueiro Simone Romagnoli, de 35 anos, e o centroavante Daniel Fila, de 23. Ainda assim, a irregularidade impede um salto maior na classificação; não à toa, um dos destaques dos azzurri até aqui tem sido o goleiro Andrea Fulignati. A equipe segue como uma incógnita: possui qualidade suficiente para brigar por playoffs, mas precisa transformar potencial em constância.
O Avellino, por sua vez, vive um campeonato mais turbulento, mesmo após a vitória recente contra o Cesena. Apesar da pontuação idêntica à do Empoli, o saldo negativo de gols e a defesa vazada 35 vezes indicam dificuldades estruturais. A equipe buscou soluções no mercado para reforçar setores fragilizados, como o zagueiro Armando Izzo, que retornou à Campânia, e o lateral Marco Sala, mas ainda sofre com oscilações bruscas de rendimento. Os irpini alternam partidas competitivas com atuações frágeis, o que os mantêm presos à parte inferior do meio da tabela. A prioridade é abrir distância da zona de rebaixamento antes de qualquer ambição maior.
Cissé, já contratado pelo Milan, é um dos destaques de um Catanzaro que sonha com o acesso após mais de 40 anos longe da elite (Zuma Press)
O Padova, comandado por Matteo Andreoletti, aparece com 25 pontos e representa um caso típico de equipe que ainda se adapta às exigências da Serie B. O ataque apresenta números modestos, enquanto a defesa sofre quando exposta. A janela foi utilizada para trazer jogadores com maior experiência na divisão, como Gianluca Caprari e Francesco Di Mariano, buscando corrigir erros recorrentes, sobretudo fora de casa. O tradicional time vêneto, que ainda conta com Papu Gómez, não parece ameaçado de forma imediata, mas também não apresenta indícios claros de evolução que permitam sonhar com algo além de um campeonato seguro, apesar das vitórias relevantes contra Monza e Modena.
A Sampdoria, apesar de respirar um pouco mais aliviada, ocupa a 14ª posição, com 22 pontos, em uma campanha que reflete bem a instabilidade recente do clube. O time apresentou melhora pontual nos últimos jogos, como na vitória no confronto direto contra o Spezia. O treinador Angelo Gregucci conseguiu controlar a desorganização anterior, mas o saldo negativo e a produção ofensiva limitada indicam que o processo de reconstrução ainda está longe de ser concluído. A Samp precisa manter atenção constante, pois qualquer sequência negativa pode empurrá-la rapidamente para a zona de risco, especialmente diante dos compromissos contra Modena e Palermo nas próximas rodadas.
Porém, a surpreendentemente ambiciosa janela da agremiação, que passa por problemas financeiros, trouxe reforços que podem gerar impacto imediato e, finalmente, algum alívio na castigada torcida. Com Massimo Coda mantendo bons números, os blucerchiati agora também contam com Salvatore Esposito e Edoardo Soleri, ambos vindos do Spezia. Mas, principalmente, contam com a chegada do ítalo-brasileiro Matteo Brunori, ex-capitão do Palermo, que deixou o clube siciliano após cinco temporadas e transferiu-se por empréstimo à Sampdoria, onde já soma quatro jogos. Ainda não marcou, mas em Gênova a esperança é que o desencanto acabe em breve. Além dos supracitados, ainda aportaram na Ligúria nomes provenientes da elite: Mattia Viti (que estava na Fiorentina, emprestado pelo Nice), Tommaso Martinelli (também da Viola), Alessandro Di Pardo (Cagliari), Nicholas Pierini (Sassuolo), Tjas Begic (Parma) e Matteo Palma (Udinese). Dá para sonhar com algo mais.
Logo abaixo, a Reggiana soma 21 pontos e apresenta um perfil semelhante ao da Sampdoria, porém com menor margem de segurança. A equipe sofre com inconsistência defensiva e dificuldade para sustentar resultados positivos em sequência. Até aqui, conseguiu engatar duas vitórias consecutivas apenas uma vez, diante de Cesena e Bari, dependendo de cartões vermelhos adversários em ambas as partidas. A chegada de reforços para o meio-campo, como Leo Stulac e Luca Belardinelli, buscou equilibrar o time, mas os números seguem irregulares. O campeonato da Regia passa a ser claramente de sobrevivência, ainda que o desempenho não seja tão alarmante quanto o dos últimos colocados.
Abrindo a zona de playout, a Virtus Entella também aparece com 21 pontos e representa um dos casos mais delicados da zona intermediária. O ataque é pouco produtivo e a defesa já sofreu 29 gols, o que pressiona constantemente a equipe. O conjunto dirigido por Andrea Chiappella entra na fase decisiva do campeonato precisando reagir rapidamente para não ser arrastado à luta contra o rebaixamento. O objetivo é se salvar, mas há poucos motivos para ser otimista.
Reforçada no inverno, a Samp passa a sonhar com dias melhores (Arquivo/UC Sampdoria)
Na decepcionante 17ª posição, o Spezia, que na temporada passada brigou até os playoffs pelo acesso à elite, soma apenas 20 pontos e vive uma campanha muito abaixo das expectativas iniciais. O time apresenta números ofensivos modestos e uma retaguarda vulnerável, refletindo problemas estruturais que nem a troca no comando técnico, de Luca D’Angelo para Roberto Donadoni, conseguiu resolver. A janela foi utilizada para tentar reequilibrar o elenco, com foco total na luta contra o descenso, com chegadas como Mattia Valoti e Leonardo Sernicola, ambos vindos da Cremonese, além dos defensores Marco Ruggero e Giovanni Bonfanti. A equipe bianconera corre risco real de se envolver profundamente na disputa pela permanência caso não encontre rapidamente uma sequência positiva – algo que ainda não ocorreu nesta edição, já que são apenas cinco vitórias em 22 jogos. A luz no fim do túnel é o calendário, que lhe reserva alguns confrontos teoricamente acessíveis pela frente.
O Mantova aparece logo abaixo, também com 20 pontos, e enfrenta cenário semelhante. A defesa figura entre as mais vazadas da competição, com 36 gols sofridos – número inferior apenas ao do lanterna Pescara –, e o saldo negativo escancara fragilidades coletivas. Recentemente, o clube também promoveu mudanças no comando técnico, com Francesco Modesto assumindo o lugar de Davide Possanzini. Apesar disso, o time lombardo conta com jogadores de qualidade em seu elenco, como Federico Artioli, Francesco Ruocco e o goleiro Marco Festa, que ainda mantêm vivas as esperanças dos virgiliani em conseguir escapar da queda.
O Bari, igualmente com 20 pontos, vive uma das campanhas mais decepcionantes da temporada. O ataque é pouco produtivo, a defesa já sofreu 34 gols e a equipe soma apenas uma vitória nos últimos 12 jogos. Até aqui, o time já foi comandado por três técnicos diferentes; o atual, Moreno Longo, assumiu no fim de janeiro, substituindo Vincenzo Vivarini. Ainda assim, a equipe apuliana, uma das mais ricas da categoria, permanece dentro da zona de rebaixamento e necessita de uma reação imediata para não ver sua temporada desandar de forma irreversível.
Na lanterna, o Pescara soma apenas 15 pontos e já apresenta praticamente todos os sinais de uma equipe ameaçada pelo rebaixamento. A pior defesa do campeonato, com 44 gols sofridos, expõe fragilidades coletivas severas. A janela de inverno, no entanto, trouxe um elemento que simboliza uma esperança concreta para o torcedor dos golfinhos: o retorno de Lorenzo Insigne, que representa não apenas um reforço técnico, mas também um resgate identitário para o clube. Lorenzinho volta, 14 anos depois, como referência ofensiva e possibilidade real de mudança de patamar em um time que carece de liderança e capacidade de decisão. O desafio é enorme, mas sua presença altera o horizonte dos golfinhos, que passam a enxergar a permanência como um objetivo possível, ainda que distante.
O retrato da Serie B após 22 rodadas é o de um campeonato mais definido do que no início, mas ainda longe de qualquer afirmação definitiva. Venezia e Frosinone despontam como candidatos sólidos ao acesso direto, enquanto um bloco numeroso se organiza em torno da zona de playoffs. No meio da tabela, a disputa é por estabilidade; na parte inferior, a sobrevivência já dita o ritmo dos confrontos.








































