Zerozero
·10 juillet 2026
Dia 30: Manu Koné, o <i>bleu</i> que está a despertar o interesse de gigantes

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·10 juillet 2026

Quando Aurélien Tchouaméni contraiu uma lesão muscular nas vésperas das eliminatórias, instalou-se a preocupação na comitiva francesa.
No entanto, o selecionador Didier Deschamps tinha uma alternativa rotinada, vinda da geração que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris: Manu Koné.
No maior palco do mundo, o peso da camisola dos Bleus não intimidou o médio de 25 anos, nascido em Colombes, formado no Toulouse, que assumiu a titularidade no duplo pivô ao lado de Rabiot e foi um dos destaques da vitória francesa.
Comparando o seu perfil com o de Tchouaméni, o romanista destaca-se pela maior agressividade na pressão e pela facilidade em transportar a bola em progressão vertical. O teste de maior exigência surgiu no recente triunfo por 2-0 diante de Marrocos, nos quartos de final, onde o camisola 6 foi o garante do equilíbrio defensivo frente a um meio-campo magrebino muito dinâmico.
A sua presença funcionou como a âncora que deu estabilidade e liberdade à frente de ataque dos Bleus — composta por Mbappé, Dembélé e Olise —, assegurando que a equipa se mantivesse protegida contra os contra-ataques adversários.
Durante os 71 minutos em que esteve em campo, Koné assinou uma exibição de classe com intervenções decisivas. Segurou a posse e conseguiu distribuir jogo nas várias tentativas de pressão marroquinas, demonstrando grande habilidade técnica nas diferentes ações.
Construía jogo junto aos defesas e, quando a seleção gaulesa precisou, recuperou a bola várias vezes no meio-campo ofensivo.
O francês é realmente um all-around e certamente vai ser um dos nomes mais cobiçados do mercado de verão, estando a ser apontado a uma transferência para o Manchester United. Por agora, a sua missão é outra: ajudar a França a alcançar a glória mundial novamente.







































