Dirigente fala abertamente sobre as notícias de “racha” no vestiário gremista
Resumo da entrevista do vice de futebol Antônio Dutra Junior:
A rescisão do Edenilson foi amigável (indicando que não tem custos pro clube). Entendem o contexto que levou a tomar a decisão, tinham muitos questionamentos sobre ele. Foi uma decisão particular dele. O clube deseja sucesso.
Com os volantes que chegaram, não existe carência de volantes, apesar da saída do Edenilson.
Negou que exista a negociação com o lateral-direito Paulo Henrique, do Vasco da Gama (a informação é que o Grêmio tentou e o Vasco negou a proposta).
É uma grande remontagem de elenco. Foram 18 jogadores que deixaram o clube, sendo que outros 6 entraram. É preciso entender. Em outros momentos, em 2016 e 2017, o Grêmio passou por momentos de instabilidade antes de conquistar. Em algum momento, o trabalho apareceu. É uma continuidade, vão apresentar evolução e têm convicção de que irão buscar a classificação, em Caxias.
As questões de anímico do time, de Dirigencrises entre jogadores ou dirigentes, pode assegurar que isso é da porta pra fora do Grêmio. Internamente, todos vivem em um ambiente de muita cobrança, mas sem crise, briga, discussão ou problema anímico.
Não há crise, racha no vestiário. Muito tititi na torcida ou de quem usa o microfone de forma leviana, são pessoas que não vivem o vestiário. Já escutaram do treinador, jogadores e dirigentes que não existe isso.
Pensa que estão fazendo um excelente trabalho e precisam de mais um tempo para colocar a casa em ordem.
O Grêmio terminou muitos gols em 2024 e 2025. Terminou o ano passado com uma das piores defesas do Brasileiro. Não é algo que tá acontecendo após a chegada do Luís Castro. Só que, claro, preocupa. Pensam que, com os novos reforços isso pode ser sanado.