Domínguez pede reação rápida, mas lembra: “O Atlético está assim há dois anos, eu estou aqui há um mês e meio” | OneFootball

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·12 avril 2026

Domínguez pede reação rápida, mas lembra: “O Atlético está assim há dois anos, eu estou aqui há um mês e meio”

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O Atlético-MG perdeu mais uma. Dessa vez, para o Santos por 1 a 0, na Vila Belmiro, pelo Brasileiro. A equipe ocupa a oitava colocação, com 14 pontos em 11 jogos.

O técnico Eduardo Domínguez fez uma análise sobre a partida. Confira abaixo as respostas do treinador na coletiva de imprensa:


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Acredito que erramos o caminho, principalmente no primeiro tempo. Muitos passes curtos em nosso campo de jogo, não fomos precisos, a pressão do rival foi boa e muitas oportunidades foram criadas. Não sei se foram oportunidades tão claras, mas parecia que era mais uma sensação de perigo do que o perigo em si.  Não entendemos o primeiro tempo. No segundo tempo acho que começamos a equilibrar as coisas e começamos a jogar mais no campo adversário e voltamos a sofrer com a transição defensiva, como foi na Venezuela. Sabíamos que seria um jogo difícil, um rival que tem dois grandes jogadores no ataque: um que é goleador (Gabriel Barbosa) e bem… o que falar de Neymar? E mesmo assim, pudemos controlar bem os dois, os jogadores perigosos foram outros. Precisamos ter tranquilidade, não gostamos de perder, mas a equipe lutou, e a forma que a equipe finalizou o jogo mostra que poderíamos ter empatado até a última jogada. Insisto: não gostamos de perder, sabíamos que seria difícil, mas a equipe mostrou força e temos que continuar trabalhando.

Queda de rendimento preocupa?

Não me preocupa. Antes do jogo disse que precisamos sempre olhar pra frente e o que passou é história, e se revisarmos a história, o Atlético vem assim há dois anos. Um jogo ganha, o outro não… Estou aqui há um mês e meio, precisamos seguir trabalhando e crescendo. Vamos passar por tropeços, mas também vamos voltar a nos levantar. No próximo jogo, no nosso estádio e com a nossa torcida, temos que ganhar, ou começaremos a ficar longe na Sudamericana. Temos todo nosso foco e atenção nesse jogo, e vão jogar os que estiverem melhor. Se tivermos que repetir a mesma equipe, vamos repetir, porque temos que melhorar. São partidas que têm que nos dar confiança e precisamos levantar a autoestima. Para isso, precisamos de todos: quem tiver que jogar 5 minutos, vai jogar 5 minutos; quem tiver que jogar 10, vai jogar 10; e quem não jogar, terá que se esforçar mais para jogar.

O que pode ser tirado de aprendizado desses jogos?

Primeiro, não perder tantas bolas rasteiras, e depois, não perder bolas em construções de jogada. Tanto aqui quanto na Venezuela perdemos muitas bolas em construções de jogada, e a partir daí vem a transição defensiva, em que não marcamos bem. Aí temos a primeira parte do diagnóstico. Contra um rival de alto nível, sofremos, e contra um rival mais frágil, sofremos. Então não são os rivais, somos nós, isso está claro. Já sabemos onde focar, e se tivermos que fazer mudanças, faremos, e todos têm que estar dispostos a jogar o tempo que for. Temos que trabalhar forte.

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