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·18 janvier 2026

Em estreia da nova gestão, São Paulo toma empate do rival Corinthians no final em clássico

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A saída de Julio Casares da presidência parece ter dado um novo frescor motivacional ao São Paulo. E, no segundo dia de Harry Massis Júnior como mandatário tricolor, o clube do Morumbi ficou no empate em Itaquera.

Na tarde deste domingo (18), o São Paulo teve uma atuação consistente, longe do otimismo e intensidade mostrados no meio de semana, mas o suficiente para ficar no empate em 1 a 1 com o seu maior rival, o Corinthians, no clássico válido pela terceira rodada do Campeonato Paulista.


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Resultado até certo ponto positivo para celebrar a nova fase de esperança pela qual passa o Tricolor com a mudança de presidente e a expectativa da torcida que a equipe deixe as manchetes policiais e passe a aparecer como protagonista nas linhas esportivas. Mas evidentemente que deixa o gosto amargo por tomar o empate quase que nos acréscimos.

O gol redentor em Itaquera foi marcado por Tapia. Aos 28 minutos do primeiro tempo, Danielzinho arrancou em velocidade livre pela ponta esquerda e cruzou na medida para o chileno subir e testar às redes.

Para quem se acostumou ao técnico Hernán Crespo e seus engessados esquemas, via de regra variações do 3-5-2, mais uma surpresa, mais uma vez ele mudou tudo. Depois do 4-3-3 do meio de semana, agora apostou em um tradicional 4-4-2, com Lucas sendo novamente o pilar construtivo, liberdade aos laterais para fazer o corredor e Luciano e Tapia no ataque.

Em partes, deu certo. O time parece ter entendido o plano tático de jogo e se comportou bem, apesar de pecar na construção e articulação. Sem as válvulas de escape que tinha ante o São Bernardo, era até certo ponto pragmático, mas funcional, ainda mais jogando fora de casa.

Dois pontos complicaram os planos são-paulinos. Primeiro a arbitragem de João Vitor Gobi, que começou tentando impor uma disciplina acima do tom, distribuindo amarelos (todos ao São Paulo, é verdade). Quando percebeu que acabaria expulsando alguém ainda na etapa inicial, mudou o critério. E privilegiou os donos da casa, que abusaram das faltas e bravatas ante a inércia de um juiz mal preparado para um jogo desta grandeza.

Como segundo fator complicador, o dia pouco inspirado defensivamente de algumas peças. Na zaga, Arboleda iniciou o jogo abaixo da média e complicou muitas jogadas, assim como uma certa falta de consistência no eixo defensivo da linha à frente da zaga.

Felizmente, houve certa disposição para superar os problemas dentro de campo e se impor. Mas é claro que do outro lado tinha um adversário empurrado pela torcida e que teve s melhores oportunidades e manteve dominância na posse de bola, jogando o tempo todo no abafa com o São Paulo aparecendo raramente no ataque em escapadas sem grande motivação.

Na etapa final, essa foi a tônica principal, de um rival mandante preso contra um visitante que não queria atacar. Crespo ate fez alterações para tentar encontrar mecanismos ofensivos de escape, como Ferreirinha. Mas a pedra estava cantada. Aos 44, Matheus Pereira acionou Pedro Raul dentro da área. Ele dominou, fez o pivô e rolou para Breno Bidon bater da entrada da área e superar Rafael.

O resultado mantém a equipe fora da zona de classificação ao mata-mata do Estadual. É o nono lugar, com quatro pontos. Quarta-feira (21), às 19h30 (de Brasília), tem novo clássico: a Portuguesa, no Morumbi.

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