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·26 avril 2026
Em França foi erro, por cá tentam vender um roubo

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Nas últimas horas, os cartilheiros do Sporting voltaram à carga com a mesma cassete que o cartilheiro master já tinha tentado impor quando se queixou do penálti defendido por Trubin. Repetiram por todo o lado que “na Europa” houve vários lances iguais e que os penáltis foram repetidos, como se isso bastasse para provar que a decisão de Alvalade foi um ROUBO. O objetivo era o de sempre, não esclarecer ninguém, mas enganar quem vê futebol sem conhecer a regra e transformar propaganda em verdade repetida.
Como ninguém os expôs a tempo, acharam que podiam voltar a passar a mesma mercadoria estragada. E foram buscar o Toulouse-PSG, um lance de agosto da época passada, repescado por contas sportinguistas para tentar mostrar, de forma “inequívoca”, que em Alvalade o Benfica tinha sido levado ao colo. Só esconderam a parte que arrumava logo a conversa. A Direção de Arbitragem da Federação Francesa concluiu precisamente o contrário, o penálti de Toulouse não devia ter sido repetido. O VAR identificou a invasão de João Neves, sim, mas essa invasão não cumpria as condições exigidas pela lei para obrigar à repetição. Ou seja, em França, aquilo que tentaram vender como prova contra o Benfica foi afinal tratado como erro da arbitragem.
E isto é o que mata a narrativa toda. A lei não diz que basta entrar na área para repetir automaticamente. A IFAB clarificou para 2024/25 que a invasão só deve ser sancionada se tiver impacto claro no batedor ou no guarda-redes, ou se o jogador que invade entrar depois na disputa da bola e daí nascer uma jogada de golo ou uma ocasião clara. Foi precisamente por isso que a alteração foi feita, para evitar repetições absurdas em lances onde a invasão existe no papel, mas não interfere de forma real no desfecho da jogada.
Portanto, podem começar a apagar as asneiras e a pedir desculpa pela desinformação espalhada. O exemplo francês não confirma a tese do roubo, rebenta com ela. Em vez de desmontarem a cartilha do costume, preferiram andar atrás do cartilheiro master, repetir frames, atirar chavões e ver se colava mais uma mentira. Não colou. Em França, o penálti repetido foi considerado erro. E quando o melhor exemplo que arranjam acaba por desmentir tudo o que andaram a berrar, a conclusão é só uma, confiar nesse tipo de comentariado é a forma mais rápida de ficar do lado errado dos factos.
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