Portal dos Dragões
·19 mars 2026
Farioli e o exemplo do Sporting que serve de alerta: “Um golo não é nada”

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A reviravolta do Sporting na eliminatória da Liga dos Campeões contra o Bodo/Glimt serviu a Francesco Farioli como um alerta para os seus jogadores, que amanhã, no Dragão, disputam a 2.ª mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, depois da vitória na Alemanha por 2-1.
“Não temos nada a proteger, porque, a este nível, um golo não é nada. Viram a experiência do futebol no que aconteceu ontem e em eliminatórias anteriores: mesmo com grandes vantagens, nada está feito até ao último apito. Por isso, como disse, não há nada a defender. Há, isso sim, uma qualificação que queremos atacar”, afirmou o treinador do FC Porto, esta quarta-feira, em declarações à Sport TV.
Opções: “Sobre o onze inicial, permitam-me manter um pouco de segredo e a vantagem estratégica. Vamos ver; pode haver algumas alterações, nenhumas, ou muitas. Vocês verão amanhã. O que sabemos é o que é importante: quem quer que esteja em campo, ou quem entre no decorrer do jogo, tem de jogar com uma postura ofensiva, mentalidade clara e o desejo de vencer a partida. Não temos nada a proteger, porque, a este nível, um golo não é nada. Viram a experiência do futebol no que aconteceu ontem e em eliminatórias anteriores: mesmo com grandes vantagens, nada está feito até ao último apito. Por isso, como disse, não há nada a defender. Há, isso sim, uma qualificação que queremos atacar.”
Expectativas: “Existem, claro, muitas possibilidades diferentes no jogo. Espero uma equipa [o Estugarda] fiel ao seu estilo, porque eles são assim em todos os jogos. Não há muito a descobrir em termos de estratégia de jogo, porque é uma equipa que, tal como nós, quando entra em campo, já se sabe o que esperar. Amanhã, provavelmente, eles virão com ainda mais intensidade. O jogo em Estugarda ensinou-nos algumas coisas, mas o que aconteceu lá, passou. O mais importante agora é o que vai acontecer amanhã no Dragão.”
Controlo do jogo: “Eles não nos permitirão ter o domínio total. Geralmente, no campeonato, encontramos equipas que preferem fechar o espaço nas costas devido à qualidade dos jogadores que temos para atacar a profundidade e o campo aberto. Mas o jogo de amanhã será, digamos, uma invasão dupla. Eles virão pressionar no nosso meio-campo e nós faremos o mesmo. Será um jogo com muitos momentos de campo aberto onde, provavelmente, no papel, a posse de bola será dividida de forma igual. Depois, haverá momentos em que poderemos ter mais ou menos controlo, mas o importante é tentar manter esse controlo com e sem bola, gerindo os diferentes cenários. Com certeza será um jogo aberto, porque não espero que fiquem à nossa espera no seu meio-campo. Esse foi o jogo que preparámos e que, com 99 por cento de certeza, vamos jogar amanhã.”









































