Farioli em alerta para o Famalicão: «O primeiro jogo após a pausa de seleções é sempre difícil» | OneFootball

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·3 avril 2026

Farioli em alerta para o Famalicão: «O primeiro jogo após a pausa de seleções é sempre difícil»

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Depois da pausa para os compromissos das seleções, a Liga Portugal Betclic. Ao final da manhã desta sexta-feira, Francesco Farioli fez a antevisão ao jogo com o Famalicão (sábado, 20h30)

Primeiro jogo pós-seleções: «O primeiro jogo depois da pausa das seleções é sempre complicado, ainda para mais depois desta fase, em que tivemos muitos jogadores em grandes jogos. As emoções estiveram ao rubro e a prioridade foi trazermos todos de volta. Os jogadores fizeram um ótimo trabalho nestes dois dias e foi importante passarmos tempo juntos para nos realinharmos.»


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Famalicão: «É uma das equipas mais consistentes desde o início da temporada. Desde que o Hugo assumiu a equipa tem evoluído e o registo defensivo deles é incrível. Para além disso, com bola percebe-se que estão confortáveis com bola e têm grandes jogadores- os centrais sentem-se bem com bola e jogadores como Mathias de Amorim e Gustavo Sá serão importantes para o futuro do futebol português. Sabemos que o jogo vai exigir o melhor de nós e a nossa melhor atitude. O Dragão vai estar cheio e termos todas as condições para fazer um bom jogo.»

Jogadores que caíram no playoff de acesso ao Mundial: «Estivemos separados nos últimos dez dias, portanto trabalhámos com jovens da equipa B e dos sub-19. No outro dia estava dividido entre os jogos da Polónia e da Dinamarca porque tínhamos quatro jogadores envolvidos nestes jogos. Claro que foi difícil para eles, mas, por exemplo, o Jan Bednarek, que é um líder, voltou com o desejo de competir pelo FC Porto. Os outros são jovens e terão mais oportunidades, ainda que eu acredite que o Jan vai estar também no próximo Mundial. Como italiano, percebo as dores deles.» 

Itália de fora: «Mais do que o impacto negativo, espero que seja encarado da forma certa para que haja mudança. A seleção A é a ponta do iceberg, acredito que há várias coisas que precisam de ser reconstruídas.»

Diogo Costa e Rodrigo Mora recuperados? «Ontem o Diogo fez trabalho individual e o Rodrigo esteve integrado parcialmente com a equipa. Hoje já estiveram a 100 por cento com a equipa e estão disponíveis para o jogo.»

Paragem de seleções atrapalhou? «Estávamos num bom momento, a jogar em três competições e a equipa vinha dando uma grande resposta nas últimas semanas. O último jogo mostrou-nos que todos são capazes de jogar em todos os jogos e colocou-nos numa boa posição para encarar o que resta do campeonato a começar por amanhã.»

Ponto fraco da equipa é a posição de ponta de lança? O que falta a Deniz Gul? «Não podemos negar que nos falta algo. Imaginem o que seria o Sporting sem Suárez e o Benfica sem Pavlidis. O Samu faz-nos falta até pelos golos que marcava, mas os extremos também têm tido bons números que têm compensado. Por enquanto temos o Moffi que está a melhorar fisicamente e já jogou 90 minutos contra o Stuttgart. Quanto ao Gül já marcou alguns golos importantes esta época e acredito que vai conseguir desbloquear-se e os golos vão voltar a aparecer.»

Renovação do jovem Tiago Silva: «Nós temos muita atenção aos jovens e esse tem sido um dos grandes focos, alinhado com os objetivos da direção. Desde janeiro que temos colocado a equipa B mais próxima da A e os meus adjuntos têm estado muito próximos a acompanhar o desenvolvimento. Nesta pausa FIFA, tivemos muitos a treinar connosco e gostei do que vi. O Tiago renovou, mas o Bernardo Lima, o Mateus Mide ou o João Teixeira são outros bons valores.»

Equipa começa a ficar ansiosa? «Se olharmos para o final de maio é normal sentirmos alguma ansiedade. No entanto, pela forma como temos trabalhado, ainda não pensamos tão longe. A partir daqui temos 14 jogos que nos vão obrigar a um grande esforço. O que me leva a crer que podemos ter sucesso é que não é difícil convencer ninguém. Toda a gente acredita e fez acreditar que é possível. A equipa está motivada. É algo que se cheira desde o momento em que entras no portão no Olival. Um cheiro que se sente ainda mais forte, que realmente se sente, quando estás no centro de treinos e é um cheiro que me dá muito prazer e confiança. Num balneário e num grupo de jogadores que está cada vez mais forte, conectado e junto. As recentes entrevistas de Alberto Costa e Martim Fernandes são o manifesto da nossa mentalidade.»

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