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·11 février 2026

FC Porto não deve escapar a multas pesadas por incidentes no Clássico

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[p class=””>O clássico entre FC Porto e Sporting terminou com um empate (1-1) no Estádio do Dragão, deixando a classificação inalterada, mas o jogo ficou marcado por várias polémicas. Desde horas antes do apito inicial na Invicta que o encontro da 21.ª jornada deu que falar por motivos extra‑campo e, após o fim da partida, houve confusão e provocações entre dragões e leões.

Fora das quatro linhas, houve muito barulho. No setor visitante do Dragão instalaram‑se colunas de som por detrás de cortinas colocadas durante a tarde de segunda‑feira, a partir das quais se ouvia um ruído de assobios (como mostram vídeos) sempre que os adeptos do Sporting entoavam cânticos nas zonas a eles atribuídas. Além disso, no anel inferior, na bancada Sul, a claque Super Dragões exibiu uma tarja com a mensagem “Se chamar “bandido” não é crime, dizer que o Varandas é um filho da p*** é um elogio”.


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O jogo somou ainda ocorrências dentro do relvado e nas áreas técnicas. Conforme noticiado pelo nosso jornal, ao longo da partida foram roubadas várias toalhas das balizas defendidas por Rui Silva, que as utilizava para secar, num episódio semelhante ao que se verificou na final da CAN entre Marrocos e Senegal. Já nos descontos, vários apanha‑bolas dos dragões deslocaram as bolas e os respetivos mecos do local indicado, colocando‑os atrás dos placards publicitários.

Longe da vista do público ocorreram situações que originaram versões contraditórias por parte dos dois clubes. O Sporting divulgou imagens do balneário visitante no Dragão forrado com páginas e manchetes alusivas às conquistas dos azuis e brancos e denunciou que a temperatura no espaço onde a equipa se vestiu estava no máximo (com o interruptor alegadamente inoperacional). Em contrapartida, o FC Porto afirmou que a decoração não teve intenção de provocar os verdes e brancos – alegando que as páginas de jornais (algumas mesmo sobre urinóis) já lá estavam desde setembro de 2025 – e atribuiu a temperatura elevada à “climatização centralizada”.

O Sporting reportou todas estas situações aos delegados do encontro, João Ledo e Carlos Carmo. Refira‑se ainda que, no final do aquecimento dos visitantes, Hjulmand foi atingido por camisolas arremessadas por adeptos do FC Porto junto ao túnel, tendo sido atirada para a sua face uma camisola do Atlético Madrid; o incidente ocorreu numa zona com delegados da Liga presentes.

Com estes factos e a polémica em torno do clássico da 21.ª jornada, impõe‑se agora avaliar o impacto disciplinar. Para o efeito, consultámos o Regulamento Disciplinar da Liga face às ocorrências reportadas.

No próximo mapa de castigos do Conselho de Disciplina estará pormenorizada a situação do duelo entre Sporting e FC Porto, que antecipa uma vaga de multas e a abertura de processos disciplinares.

Analisando caso a caso, o emblema da Invicta arrisca sanções que podem ir desde a interdição do recinto até a aplicação de multas. Vejamos cada incidente.

Relativamente ao comportamento dos apanha‑bolas no clássico, o artigo 120º do Regulamento especifica que “o clube cujo apanha-bolas adote comportamento incorreto, nomeadamente, retardando a reposição da bola nos suportes de multibolas ou entregando a bola directamente a um jogador, é punido com a sanção de repreensão e, acessoriamente, com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 5 UC e o máximo de 10 UC”, sendo que, além disso, “em caso de reincidência, os limites mínimo e máximo da sanção de multa previstos no número anterior serão elevados para o dobro”.

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