Infantino cita favorito à Copa do Mundo e reforça discurso antirracismo | OneFootball

Infantino cita favorito à Copa do Mundo e reforça discurso antirracismo | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Gazeta Esportiva.com

Gazeta Esportiva.com

·10 mars 2026

Infantino cita favorito à Copa do Mundo e reforça discurso antirracismo

Image de l'article :Infantino cita favorito à Copa do Mundo e reforça discurso antirracismo

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, apontou a Espanha como uma das favoritas ao título do Mundial que começa em junho e voltou a defender tolerância zero contra o racismo no futebol, ao comentar novamente o caso envolvendo Prestianni.


Vidéos OneFootball


Força da Fúria

Ao tratar dos favoritos ao troféu, o presidente da Fifa colocou a Espanha em posição de destaque. “Espanha é um dos favoritos. Está em primeiro no ranking mundial e tem de ser favorita”, declarou Infantino, reconhecendo ainda a força de outras seleções na disputa.

Mundial tem alta procura e promessa de estádios cheios

Em entrevista publicada pelo jornal espanhol AS, na edição número 20.000, Gianni Infantino afastou preocupações sobre o Mundial, mesmo diante do conflito armado que envolve os Estados Unidos, um dos países-sede. O dirigente garantiu que a competição será um sucesso e destacou a alta procura por ingressos.

“O Mundial vai ser fantástico, fenomenal, há uma expectativa sem precedentes nos Estados Unidos, México e Canadá”, afirmou. Segundo ele, o volume de pedidos surpreendeu até a Fifa. “Em quatro semanas, tivemos mais de 500 milhões de pedidos de bilhetes. É algo que nunca se viu”, completou.

Infantino volta a citar Prestianni em debate sobre racismo

O tema racismo também foi abordado na entrevista. Infantino reforçou que não há espaço para discriminação no futebol e voltou a mencionar o caso envolvendo Prestianni, acusado de insultar Vinícius Júnior.

“Estamos em 2026 e não é possível discriminar alguém pela sua origem. No futebol, o racismo não deve ter lugar e não há qualquer desculpa para o tolerar. Tolerância zero”, afirmou.

O dirigente ainda defendeu punições duras para casos comprovados. “Não vale tapar a boca, porque algo de mau estará a ser dito. Se um jogador tapa a boca e isso tem consequências racistas, deve, obviamente, ser expulso”, concluiu.

À propos de Publisher