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·7 mars 2026

“Jogar no Porto ou não jogar mais”: Vitinha deixa declaração de amor ao clube azul e branco

Image de l'article :“Jogar no Porto ou não jogar mais”: Vitinha deixa declaração de amor ao clube azul e branco

Numa entrevista recente ao Canal 11, Vitinha foi categórico quando abordado sobre um eventual regresso ao FC Porto: ou regressa ao Dragão, ou não volta a Portugal. Ponto final.

O médio português, agora no PSG e numa das melhores fases da carreira, confessou que o assunto o comove – mas mostrou igualmente a ponderação e o respeito que guarda pela camisola que um dia vestiu.


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“Eu ali, eu jogo no Porto ou não jogo mais”, afirmou, sem hesitação.

Quando inquirido sobre a hipótese de representar outros clubes em Portugal – nomeadamente o Sporting ou o Benfica – respondeu com idêntica clareza: “Nunca, nunca, nunca.” E justificou: seria uma falta de respeito, não ao rival, mas à sua própria história e à sua identidade portista.

Vitinha não se limitou ao sentimentalismo. Demonstrou uma maturidade que ultrapassa o romantismo futebolístico. Reconheceu que voltar a um local onde foi feliz nem sempre resulta bem; a última imagem é a que fica, e prefere preservar a recordação de ter saído pela Porta Grande – na final da Taça de Portugal – a arriscar macular esse legado.

“Eu saí pela Porta Grande no último jogo. Ganhamos a Taça de Portugal, é a minha casa. Será que quero estragar isso?”, questionou, com uma honestidade desarmante.

É uma reflexão que poucos atletas assumem públicamente. Vitinha não prometeu um regresso, nem alimentou ilusões. Limitou-se a dizer que adoraria voltar, que sente o Porto como casa, que se via a treinar no Olival, a rumar a Tondela, a receber o Benfica no Dragão – mas que desconhece o que o futuro trará nem em que condições físicas estará nessa altura da carreira.

Ficou claro que, para Vitinha, o Porto transcende o estatuto de clube: é uma identidade. Identidades não se trocam.

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