«Lei Wenger» do fora de jogo recusada, mas IFAB quer cantos a serem corrigidos pelo VAR | OneFootball

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·21 janvier 2026

«Lei Wenger» do fora de jogo recusada, mas IFAB quer cantos a serem corrigidos pelo VAR

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O antigo treinador do Arsenal, Arsène Wenger, é o atual responsável pelo desenvolvimento global do futebol na FIFA, e viu a sua «lei» ser recusada na reunião do Internatinal Football Association Board (IFAB).

O ex-treinador francês apresentou uma proposta para a reformulação da lei do fora de jogo. A ideia passa por só considerar posição irregular quando o avançado estiver totalmente à frente do último defesa, numa tentativa de tornar o jogo mais fluido e reduzir decisões polémicas.


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Na reunião do International Football Association Board (IFAB), organismo responsável pelas leis do jogo, chegou a admitir-se a possibilidade de discutir a proposta. No entanto, as federações britânicas vetaram o tema, pois «consideram a regra demasiado radical e temiam que pudesse causar o caos nas defesas», segundo o jornal AS.

Contudo, aconteceram outras decisões, nomeadamente no que diz respeito ao uso de vídeo arbitragem. O IFAB recusou alterar o protocolo, onde as quatro circunstâncias em que o VAR deve intervir, mas admite exceções.

«Relativamente ao protocolo do VAR, [o International Board] recomenda que a intervenção deva continuar limitada às quatro situação factuais que mudam o jogo (golos, penáltis, cartões vermelhos diretos e identidades erradas), mas com três extensões específicas que não abrandem o ritmo do jogo. Onde haja clara evidência factual, propõe-se que os videoárbitros possam rever cartões vermelhos que resultem de amarelos factualmente incorretos, assim como casos em que a equipa errada é punida com vermelho ou amarelo. Também se propõe permitir que as competições tenham a opção de deixar os videoárbitros rever se um pontapé de canto foi erradamente atribuído, desde que isso possa ser feito imediatamente e sem atrasar o reinício do jogo.»

Esta mudança tem de ser aprovada na assembleia-geral do IFAB, a 28 de fevereiro. O Mundial 2026 poderá assim ter a possibilidade do VAR intervir para corrigir a marcação errada de cantos, como era desejo de Pierluigi Collina, chefe da arbitragem da FIFA.

Outra proposta do IFAB é a tentativa de reduzir as interrupções desnecessárias durante os jogos, depois do «sucesso» da medida de um máximo de oito segundos de contacto dos guarda-redes com a mão na bola.

 «Se o tempo estabelecido for excedido e a bola não for colocada em jogo, a equipa adversária ganha a posse da bola», escreveu o organismo.

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