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·17 mars 2026

Manobra do Palmeiras aprofunda racha na Libra e tenta isolar Flamengo

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O clima de guerra na Libra ganhou um novo capítulo semana. Palmeiras, Bahia e Red Bull Bragantino formalizaram uma proposta que visa entregar 3% do contrato com a Globo diretamente para os cinco clubes que estão na Série C. A medida é vista como um contra-ataque direto ao movimento liderado pelo Flamengo.

A estratégia do grupo de Palmeiras e Bahia tem o objetivo de esvaziar a Assembleia Geral convocada pelo Flamengo para esta quarta-feira (18), na Gávea. Ao oferecer esse recurso agora e buscar assinaturas imediatas, tentam tirar o poder de barganha da reunião e garantir que os times da Série C não compareçam. A informação é do jornalista Rodrigo Mattos, do 'UOL'.


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Dentro do Flamengo, a indignação é alimentada por uma suposta contradição da atual diretoria da lIBRA. Alega-se nos bastidores que executivos da própria liga chegaram a sugerir que esses mesmos 3% fossem repassados ao Rubro-Negro para encerrar a disputa judicial que corre em arbitragem.

A união entre Flamengo, Grêmio e Remo surgiu do entendimento que a Libra está "acéfala". Os mandatos dos diretores venceram em fevereiro e a entidade está sob cuidados de advogados. O encontro na Gávea visa eleger novos gestores e discutir o destino dessa verba de 3%, que originalmente seria da Série B.

Flamengo exige saída de dirigentes da Libra

Outro ponto de conflito crítico é a omissão dos atuais executivos diante do contrato com a Globo. O acesso do Remo à Série A criou uma lacuna no acordo que não prevê aumento de valor com a ascensão de novos clubes da liga.

Isso gerou um prejuízo de cerca de 10% para todas as equipes, e o Flamengo exige a saída de quem não conseguiu reverter essas perdas.

Enquanto o Flamengo luta para profissionalizar a gestão e proteger suas receitas, o grupo liderado pelo Palmeiras interpreta o movimento como uma "tomada de poder". Eles defendem que os mandatos foram estendidos por 60 dias e tentam manter Raul Aguirre (Bahia) e André Rocha (Bragantino) nos cargos.

Clubes como Atlético-MG, Santos e São Paulo ainda mantêm posições de cautela ou neutralidade no conflito. Assim, o sucesso ou o fracasso da reunião na Gávea será o divisor de águas para a sobrevivência da liga ou para uma debandada em massa.

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