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·16 juillet 2026

Massis comenta sobre proposta da XP e sobre Diego Fernandes

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Em encontro do Presidente Massis com veículos da mídia segmentada, representando o Blog do São Paulo, Kátia Firmino conseguiu informações sobre o encontro com a empresa e o empresário.

Sobre XP, tiveram as reuniões mas não há proposta na mesa. Ele espera uma formalização e documentação da empresa para poder evoluir internamente.

Sobre Diego Fernandes, informou que o empresário queria um documento para representar o São Paulo mas não apresentou nenhuma proposta concreta.

A XP é uma das maiores empresas de investimentos e serviços financeiros do Brasil, atuando em áreas como corretora de valores, gestão de patrimônio, crédito e estruturação de operações financeiras para empresas.

O que a XP tem a ver com o São Paulo?

Nos últimos meses, a XP iniciou conversas com o São Paulo para apresentar um projeto de reestruturação financeira de longo prazo. As negociações envolvem diferentes possibilidades, mas ainda não há acordo assinado.

Entre os principais pontos discutidos estão:

  1. Criação de um fundo de investimento para fortalecer as finanças do clube;
  2. Operações de crédito para reorganizar o endividamento;
  3. Participação da XP na estrutura financeira e de governança;
  4. Um possível acordo envolvendo os naming rights do Morumbis.

O investimento seria de quanto?

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a proposta apresentada pela XP pode superar R$ 1,7 bilhão, valor destinado principalmente à reorganização das dívidas do São Paulo e a investimentos estruturais no clube. Houve versões anteriores que falavam em cerca de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão, mas as negociações evoluíram.

O São Paulo viraria SAF?

Pelas informações divulgadas até agora, não.

A proposta da XP não prevê a transformação imediata do São Paulo em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A ideia seria uma parceria financeira e de gestão, mantendo o clube sob o modelo associativo.

Diego Fernandes é um empresário do mercado financeiro, fundador e CEO da O8 Partners, que ganhou projeção nacional por atuar em grandes negociações no esporte, como a articulação da chegada de Carlo Ancelotti à Seleção Brasileira. Torcedor declarado do São Paulo, ele passou a ser uma das figuras mais comentadas nos bastidores políticos do clube ao defender um projeto de modernização da gestão tricolor.

Qual é a relação de Diego Fernandes com o São Paulo?

Desde o fim de 2025, Diego Fernandes lidera um movimento chamado “São Paulo Day”, criado para debater o futuro administrativo e financeiro do clube. O projeto reúne empresários, investidores e especialistas em governança para apresentar alternativas de gestão e captação de recursos.

O empresário afirma que o São Paulo precisa passar por uma profunda transformação para voltar a competir financeiramente com os principais clubes do país.

Ele quer investir no clube?

Sim. Diego Fernandes já declarou publicamente que possui contato com investidores nacionais e internacionais interessados em aportar recursos no São Paulo.

Segundo ele, qualquer investimento de grande porte depende de mudanças estruturais no clube, principalmente na governança e no modelo jurídico do futebol. Por isso, ele defende uma modernização da administração e já manifestou apoio à discussão sobre um modelo de SAF ou uma estrutura semelhante para o departamento de futebol.

Qual é a proposta?

Embora os detalhes nunca tenham sido oficialmente apresentados ao Conselho Deliberativo, a ideia discutida por Diego Fernandes envolve:

  • captação de investimentos privados;
  • redução do endividamento;
  • profissionalização da gestão;
  • maior transparência administrativa;
  • aumento da capacidade de investimento no futebol;
  • aproximação com fundos internacionais e grandes grupos financeiros.

Há resistência?

Sim. O projeto divide opiniões dentro do São Paulo.

Enquanto parte da torcida e alguns conselheiros enxergam a proposta como uma oportunidade para reorganizar financeiramente o clube, outros defendem a manutenção do modelo associativo e demonstram preocupação com a possível perda de autonomia do São Paulo em uma eventual mudança de estrutura.

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