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·5 mars 2026

Massis corta mais R$ 2 milhões mesmo com chilique de conselheiros

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Massis corta mais R$ 2 milhões mesmo com chilique de conselheiros

O São Paulo Futebol Clube tomou uma decisão significativa para o futuro de suas modalidades esportivas ao encerrar oficialmente as categorias Sub-18 e Sub-20 do basquete. A medida faz parte de um processo de reestruturação administrativa e financeira que o clube vem conduzindo desde o encerramento da equipe profissional da modalidade.

Além de representar uma mudança importante no planejamento esportivo, a decisão também reflete uma estratégia de redução de custos e reorganização do investimento nas categorias de base. Estima-se que o clube economize até R$ 2 milhões com o fim das duas categorias, redirecionando recursos para outras áreas consideradas prioritárias.

Até aí, você deve estar comemorando sobrar essa grana e ser uma boa notícia. Certo? Errado. Hoje, como o Blog do São Paulo abordou hoje em vídeo abaixo, um grupo de conselheiros se revoltou com o fim da base do Basquete mesmo sem ter fins profissionais e não ter nexo:

Alguns conselheiros ameaçaram, fizeram chiliques e estão completamente revoltados porque além de não quererem o fim da base do Basquete, mesmo o clube capenga de dinheiro, queriam a reativação do Basquete do clube. Chega a ser ridículo de tão esdrúxulo.

Reestruturação financeira leva São Paulo a encerrar categorias de base no basquete

Nos últimos anos, o São Paulo tem realizado diversas análises internas para ajustar sua estrutura financeira e esportiva. Dentro desse contexto, a diretoria concluiu que manter equipes de base no basquete sem uma equipe profissional ativa não fazia sentido estratégico.

O principal argumento do clube é simples: a função das categorias de base é formar atletas para o time principal. Sem um elenco profissional disputando campeonatos, o processo de formação perde o objetivo final, tornando o investimento menos eficiente.

Com base nessa avaliação, o departamento esportivo decidiu encerrar as atividades das categorias Sub-18 e Sub-20. A decisão já foi comunicada aos atletas que integravam as equipes, encerrando oficialmente o ciclo dessas categorias dentro do Tricolor.

Essa mudança faz parte de um movimento maior de reorganização de modalidades no clube, priorizando projetos que tenham continuidade competitiva e retorno esportivo.


Economia de até R$ 2 milhões impulsiona decisão administrativa

Outro fator determinante para a decisão foi o impacto financeiro. Segundo estimativas internas, o encerramento das equipes de base do basquete deve gerar uma economia anual próxima de R$ 2 milhões para o clube.

Esse valor inclui custos operacionais como:

  • Salários de atletas e comissão técnica
  • Despesas com viagens e competições
  • Manutenção de estrutura e equipamentos
  • Custos administrativos e logísticos

Em um cenário no qual muitos clubes brasileiros buscam equilíbrio financeiro, reduzir gastos em setores que não têm ligação direta com a equipe profissional tornou-se uma medida considerada necessária.

A diretoria entende que essa economia pode ser direcionada para outras áreas estratégicas, como:

  1. Fortalecimento do futebol profissional
  2. Investimentos nas categorias de base do futebol
  3. Melhoria da infraestrutura do clube

O fim do basquete profissional abriu caminho para a decisão

A extinção das categorias Sub-18 e Sub-20 não ocorreu de forma isolada. Na realidade, ela é consequência direta de uma decisão anterior: o encerramento da equipe profissional de basquete do São Paulo.

O time adulto havia sido retomado em 2018, após anos de ausência do clube nas principais competições da modalidade. Em poucos anos, o projeto alcançou resultados importantes, incluindo a conquista da Basketball Champions League Américas de forma invicta em 2022, um dos títulos mais relevantes da história do basquete tricolor.

Mesmo com esse sucesso esportivo, o clube decidiu interromper o projeto profissional alguns anos depois. Sem a equipe principal, as categorias de base ficaram sem um caminho claro de progressão para os atletas.

Diante desse cenário, manter equipes de formação passou a ser visto como um investimento sem continuidade prática.


Impacto para jovens atletas e para o desenvolvimento do basquete

A decisão do São Paulo afeta diretamente os jovens atletas que faziam parte das equipes Sub-18 e Sub-20. Esses jogadores utilizavam as categorias de base do clube como uma plataforma de desenvolvimento técnico e exposição no cenário nacional.

Com o encerramento das equipes, muitos atletas precisarão buscar oportunidades em outros clubes ou projetos esportivos para continuar suas carreiras no basquete.

Apesar disso, é comum no esporte brasileiro que atletas migrem entre clubes durante a formação. Diversas equipes mantêm programas de base ativos e competições regionais continuam sendo organizadas por federações estaduais e entidades nacionais.

Isso significa que os jogadores ainda terão oportunidades para seguir evoluindo, embora fora da estrutura tricolor.


A importância das categorias de base no esporte brasileiro

No esporte de alto rendimento, as categorias de base desempenham um papel fundamental na formação de talentos e renovação das equipes profissionais.

Clubes que investem em base conseguem:

  • Desenvolver atletas desde jovens
  • Reduzir gastos com contratações
  • Criar identidade esportiva
  • Revelar jogadores para o mercado

No basquete brasileiro, muitos atletas iniciam suas carreiras em projetos de base antes de alcançar ligas profissionais ou oportunidades internacionais.

Por esse motivo, o encerramento de equipes formadoras sempre gera debate sobre o impacto no desenvolvimento do esporte.


Estratégia do São Paulo: foco em modalidades prioritárias

Com a reestruturação em andamento, o São Paulo parece adotar uma estratégia clara: concentrar investimentos nas modalidades consideradas mais estratégicas para o clube.

O futebol continua sendo o principal foco institucional, especialmente nas categorias de base, que historicamente revelam talentos e geram receitas por meio de transferências de jogadores.

Ao reduzir investimentos em projetos que não têm continuidade competitiva, a diretoria busca otimizar recursos e fortalecer áreas que tragam retorno esportivo e financeiro.

Essa lógica administrativa tem sido adotada por vários clubes brasileiros nos últimos anos, principalmente em momentos de ajustes econômicos.


O futuro do basquete no São Paulo

Apesar do encerramento das equipes Sub-18 e Sub-20, a decisão não significa necessariamente o fim definitivo do basquete no São Paulo.

Projetos esportivos em clubes de grande porte costumam passar por ciclos. Caso haja novas condições financeiras ou parcerias estratégicas, o clube pode voltar a investir na modalidade no futuro.

Algumas possibilidades que poderiam reativar o basquete tricolor incluem:

  • Parcerias com patrocinadores
  • Projetos de incentivo ao esporte
  • Apoio de ligas e federações
  • Criação de centros de formação compartilhados

Por enquanto, porém, o foco do clube permanece em reorganizar suas prioridades esportivas.


Conclusão: decisão estratégica marca novo momento do clube

O encerramento das categorias Sub-18 e Sub-20 do basquete do São Paulo representa mais do que apenas o fim de duas equipes. A decisão simboliza uma mudança estratégica na gestão esportiva do clube, baseada em sustentabilidade financeira e foco em projetos com continuidade competitiva.

Com uma economia estimada de R$ 2 milhões e sem uma equipe profissional ativa na modalidade, a diretoria considerou que manter as categorias de base não fazia sentido dentro do planejamento atual.

Para os atletas, o desafio agora será encontrar novos caminhos para continuar suas carreiras no basquete. Já para o clube, a medida faz parte de um processo maior de reorganização que busca fortalecer suas principais áreas esportivas.

O futuro dirá se o basquete voltará a fazer parte da história do São Paulo. Por enquanto, o capítulo atual se encerra com uma decisão que prioriza estratégia, sustentabilidade e foco institucional.

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