Jogada10
·9 juin 2026
Robertson, McTominay e promessas: os destaques da Escócia, rival do Brasil na Copa

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A Escócia será a terceira adversária da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Embora não figure entre as favoritas ao título, a equipe comandada por Steve Clarke reúne jogadores experientes e nomes em ascensão no futebol europeu, o que exige atenção do Brasil no confronto previsto para a última rodada da chave.
Única seleção europeia presente no Grupo C, a Escócia tentará repetir campanhas competitivas que marcaram sua história em Mundiais. Aliás, esta será a quinta vez que os escoceses cruzarão o caminho da Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
No retrospecto, o Brasil leva ampla vantagem. Após o empate no primeiro encontro, em 1974, a Seleção venceu todos os confrontos seguintes, sempre pela fase de grupos.
No banco de reservas, a Escócia conta com a experiência de Steve Clarke. Afinal, desde 2019 no cargo, o treinador de 62 anos se tornou um dos responsáveis pela reconstrução da equipe nacional.
Ao longo de sua passagem, Clarke acumulou dezenas de partidas à frente da seleção e consolidou uma identidade baseada em organização defensiva, intensidade física e transições rápidas. Antes de assumir a Escócia, o treinador trabalhou em clubes como West Bromwich Albion, Reading, Aston Villa e Kilmarnock.
O principal nome do elenco continua sendo Andrew Robertson. Capitão da seleção e ídolo do Liverpool, o lateral-esquerdo combina liderança, experiência internacional e forte participação ofensiva. Ao lado dele aparece Scott McTominay, que vive um dos melhores momentos da carreira. Após deixar o Manchester United, o meio-campista ganhou protagonismo no Napoli, onde conquistou o Campeonato Italiano e recebeu reconhecimento pelas atuações consistentes. A dupla forma a principal base de uma seleção que mistura experiência e renovação.

Robertson é o grande nome da Escócia – Foto: Kate McShane/Getty Images
Além de McTominay, a Escócia possui outros jogadores capazes de controlar o ritmo das partidas. Um deles é Lewis Ferguson. Destaque do Bologna, o jogador ganhou notoriedade sob o comando de Thiago Motta e se transformou em uma das principais referências criativas da equipe.
Além disso, outro nome importante é Billy Gilmour, presença frequente nas convocações nos últimos anos e peça importante na saída de bola escocesa. Já Ben Doak representa a nova geração. Aliás, o jovem atacante é visto como uma das maiores promessas do futebol escocês e chega ao Mundial cercado de expectativa.
Por fim, a seleção ainda conta com jogadores acostumados ao alto nível do futebol europeu. Entre eles estão John McGinn, destaque do Aston Villa, Kieran Tierney, que retornou ao Celtic após passagem pelo Arsenal, e Che Adams, centroavante do Torino.







































