Portal dos Dragões
·1 janvier 2026
Rodrigo Mora e a transferência falhada para o Al-Ittihad: “Não foi fácil para mim, mas estou muito feliz por ter ficado no FC Porto”

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Rodrigo Mora deu uma longa entrevista à edição desta quinta-feira do jornal O Jogo, na qual abordou vários temas, começando pelo facto de, no último mercado de transferências de verão, ter estado muito perto de rumar ao Al-Ittihad Jeddah – clube saudita agora comandado por Sérgio Conceição – por cerca de 70 milhões de euros.
“Julgo que isso também não foi fácil para mim. Falava-se muito, e eu tentei abstrair-me disso. Mas, sinceramente, acho que isso pouco importa, agora, fiquei no FC Porto e estou muito feliz por isso, é o meu clube e espero continuar aqui por muitos anos. Não tenho nenhuma dúvida que a opção certa foi ficar aqui, e estou a evoluir cada vez mais em todos os aspetos do jogo, estou um jogador muito mais completo”, começou por afirmar.
“Acho que foi um ano de aprendizagem, um ano muito importante para mim. Foi um ano em que cresci muito em todos os aspetos, um período em que consegui destacar-me na equipa principal do FC Porto, que era o meu sonho, e está a ser um ano de aprendizagem. Só posso esperar que 2026 seja ainda melhor”, acrescentou.
O internacional sub-21 explicou também como tem sido a sua relação com o treinador dos dragões, o italiano Francesco Farioli, cuja chegada – juntamente com a contratação de Gabri Veiga pelo Al-Ahli Jeddah por 15 milhões de euros, mais quatro milhões em bónus – lhe retirou algum espaço na equipa.
“Acho que esse tipo de coisas fazem parte. Ainda sou muito jovem, teho 18 anos e faz parte jogar numas vezes e não jogar noutras. Acho que também é assim que se vê que o grupo está unido. É importante, às vezes, jogar um, e, no jogo seguinte, jogar outro, e todos aceitarem isso. Quando entramos , é sempre para dar o máximo”, sublinhou.
“Se analisarem o meu jogo da época passada e compararem com esta, creio que estou um jogador completamente diferente, estou muito melhor a nível defensivo, a vir buscar a bola… Estou um jogador diferente. Penso o jogo de outra maneira, e, para mim, assim, é melhor, porque houve evolução em todos os aspetos, e fico um jogador muito mais completo”, prosseguiu.
“A nível defensivo, eles sabem que eu… Bom, sempre fui esforçado a esse nível, mas nunca fui tão focado nisso. No entanto, eles sempre me disseram que esse aspeto era preciso, e eu sei que é necessário para a equipa. Portanto, sempre me ajudaram nessa parte, e também a vir buscar mais vezes a bola, julgo que também é importante para mim, para eu ter mais contacto com ela. Ou seja, em resumo, ajudaram-me em muita coisa”, completou.
Questionado sobre o melhor momento de 2025, Rodrigo Mora lembrou-se de golos e experiências marcantes: Acho que fiz alguns golos bonitos, mas posso destacar o que marquei ao Boavista, no Bessa, acho que foi um bom golo. Vivi muitos momentos bonitos, mas claro que também passei por momentos difíceis. No entanto, isso faz parte do processo, e espero que o próximo ano seja muito melhor”.
Para concluir, a jovem promessa apontou à união do grupo como a chave para a época positiva do FC Porto e revelou o único objetivo pessoal para 2026: Pessoais não tenho, sinceramente. Só quero ser campeão nacional e ir festejar aos Aliados. É mesmo a única coisa que quero para 2026″.









































