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·16 mars 2026

São Paulo faz ‘operação de retirada’ no Morumbis e troca empresa de alimentação após polêmica judicial

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O São Paulo promoveu uma “força-tarefa” nos bastidores do Morumbis para concluir a troca da empresa responsável pela venda de alimentos e bebidas no estádio. A informação foi divulgada inicialmente pelo Uol.

Após rescindir o contrato com a FGoal em meio a uma disputa judicial, o clube encaminhou um novo acordo de cinco anos com a GSH, companhia que também opera em arenas como o Allianz Parque e a Arena MRV.


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A nova operação começará já no próximo sábado (21), quando o Tricolor recebe o Palmeiras em clássico válido pelo Campeonato Brasileiro. A GSH será responsável de forma exclusiva por toda a comercialização de alimentos e bebidas durante as partidas do São Paulo no estádio.

Antes da estreia da nova parceira, o clube precisou lidar com um impasse logístico, já que a antiga fornecedora tinha até 6 de março para retirar os equipamentos utilizados na operação no Morumbis, prazo que, segundo o São Paulo, não foi cumprido.

Diante disso, o clube contratou uma transportadora e alugou um galpão para armazenar os equipamentos que pertencem à FGoal. A diretoria informou que os custos dessa movimentação serão posteriormente cobrados da empresa.

A troca da fornecedora ocorreu depois que o São Paulo decidiu rescindir o contrato com a FGoal no início de fevereiro, quando o clube alegou ter identificado movimentações financeiras consideradas suspeitas na plataforma ZIG Pay, sistema responsável pelo registro das transações realizadas nas máquinas de pagamento utilizadas no estádio.

Segundo a análise interna do clube, a empresa teria operado uma agenda financeira vinculada ao sistema sem autorização formal ou conhecimento dos departamentos responsáveis pela gestão financeira do Tricolor.

Diante da situação, o São Paulo notificou a fornecedora sobre a rescisão por justa causa e solicitou explicações. O contrato anterior tinha validade até 2029.

Após a ruptura, a FGoal recorreu à Justiça cobrando cerca de R$ 5,19 milhões do clube, alegando que a rescisão teria sido unilateral e buscava compensação por investimentos feitos na estrutura da operação no estádio. Também sustentava que a decisão do São Paulo poderia ter motivações políticas.

Na última semana, porém, a companhia desistiu da ação judicial.

Em nota, o escritório de advocacia que representa a empresa informou que o caso ainda está sendo analisado e que novos desdobramentos jurídicos podem ocorrer, embora não exista negociação em andamento com o clube.

Enquanto resolvia o impasse com a antiga parceira, o São Paulo conduziu um processo para encontrar uma nova empresa para operar as lanchonetes do Morumbis. O departamento de marketing criou um comitê interno que avaliou cinco propostas antes de escolher a GSH.

A expectativa da diretoria é de que o novo contrato represente um crescimento mínimo garantido de 150% na receita em comparação com o acordo anterior.

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