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·17 février 2026

São Paulo pode jogar em novo estádio fora do Morumbis por shows

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São Paulo pode jogar em novo estádio fora do Morumbis por shows

O São Paulo pode viver um cenário bem diferente do habitual caso avance às semifinais do Paulistão 2026: jogar longe do MorumBIS, sua casa histórica, por causa de shows da banda AC/DC marcados para o estádio e não ser a Vila Belmiro o local de atuação. O clube já sabe que o estádio estará indisponível no período das semifinais e, muito provavelmente, também em eventual final, por conta do calendário de apresentações e da necessidade de troca de gramado entre um evento e outro. Isso obriga a diretoria a se mexer nos bastidores para encontrar um novo palco para possíveis jogos decisivos da temporada. Informações dadas inicialmente pelo GE. ​

O cronograma de shows prevê AC/DC no MorumBIS nos dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março, justamente entre datas de semifinais (28/02 e 1/03) e finais do Paulistão. Pelo intervalo curto entre os eventos, não é apenas a estrutura de palco que impede o uso do estádio, mas também a condição do gramado, que precisa ser totalmente substituído após a sequência de espetáculos. Assim, mesmo que o São Paulo seja mandante em uma eventual semi ou final, não terá como utilizar o MorumBIS, perdendo o fator casa em confrontos de alto peso técnico, esportivo e financeiro.​

Diante desse cenário, o clube traçou um plano e já iniciou conversas para mandar seus jogos no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, estádio do Guarani. A ideia é não apenas uma solução pontual, mas uma parceria de médio a longo prazo, criando uma espécie de “segunda casa” em jogos em que o MorumBIS esteja indisponível por shows ou manutenção. Internamente, a diretoria considera o Brinco mais viável do que opções como a Vila Belmiro, que desta vez nem chegou a ser consultada. Essa movimentação mostra que o São Paulo tenta se antecipar a um problema que já conhece de outras temporadas recentes.​

Outras alternativas dentro da capital, especialmente arenas com gramado sintético, foram praticamente descartadas. O clube entende que trocar o gramado natural por sintético em jogos decisivos pode representar risco esportivo, tanto pela adaptação dos atletas quanto pelo histórico de lesões e diferenças técnicas. Assim, estádios como o Pacaembu, que poderia parecer uma solução lógica pela localização, não entram hoje como prioridade. Oficialmente, o São Paulo evita comentar o tema e lembra que ainda precisa, antes de tudo, superar o Red Bull Bragantino nas quartas de final, onde será visitante.​

Para o torcedor são-paulino, a possibilidade de disputar uma semifinal longe do MorumBIS é agridoce: por um lado, mostra como o estádio se consolidou como grande arena de entretenimento; por outro, tira da equipe o apoio de mais de 55 mil vozes em um momento crucial. Se a parceria com o Guarani avançar, o Brinco de Ouro tende a ser o novo palco de sonhos tricolores em 2026, ao menos nesse recorte do estadual. Resta ao time em campo fazer sua parte contra o Bragantino e, quem sabe, transformar um “campo neutro” em mais um território ocupado pela paixão tricolor nas arquibancadas.​

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