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·24 juillet 2026
São Paulo quebra o silêncio sobre acordo de R$ 250 milhões

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Uma notícia que repercutiu bastante entre os torcedores do São Paulo nesta sexta-feira envolveu um suposto acordo de R$ 250 milhões entre o clube e a Ticketmaster para assumir a operação de venda de ingressos e do programa de sócio-torcedor. Essa informação do nome da tiqueteira foi fornecida com exclusividade pelo Blog do São Paulo em 09/06:
Exclusivo: Ticketmaster assume favoritismo para gestão de bilheterias do Morumbi; R$ 280 milhões poderiam salvar 2026 do São Paulo
Segundo publicação do Blog do Nicola, o Tricolor teria fechado um contrato de cinco anos com a empresa, recebendo um adiantamento de R$ 250 milhões, valor que ajudaria a aliviar a grave situação financeira do clube e até a resolver pendências como o transfer ban aplicado pela FIFA.
No entanto, o Blog do São Paulo consultou diretamente a diretoria tricolor, que negou a informação dizendo que o assunto AINDA NÃO ESTÁ DEFINIDO E NÃO CONDIZEM OS VALORES. A Ticketmaster deve ser a escolhida mas os números estão errados.
De acordo com integrantes da direção do São Paulo, não existe um acordo fechado nos moldes divulgados e que ainda não tem uma definição apesar de tudo caminhar para a empresa como o Blog já tinha afirmado há 45 dias atrás. A manifestação foi uma resposta às informações de que os R$ 250 milhões já estariam garantidos nos cofres do Tricolor. Assim, a diretoria tratou de afastar a ideia de que o clube já tenha recebido recursos que poderiam ser utilizados para quitar dívidas imediatas, como a pendência com a Lazio pela compra de Marcos Antônio.
A reportagem do Blog do Nicola afirmava que:
Além disso, a publicação dizia que outra empresa, a NewC, teria apresentado uma proposta ainda maior, de R$ 500 milhões, envolvendo também o direito de superfície do estádio. Segundo a reportagem, essa alternativa não teria avançado por restrições previstas no estatuto do São Paulo.
O desmentido da diretoria não significa necessariamente que não haja um acordo posterior como já informamos há 45 dias. Portanto, a informação sobre a entrada imediata de R$ 250 milhões nos cofres do clube foi rebatida pela direção são-paulina, esse é o ponto que condiz. Enquanto busca novas fontes de receita para enfrentar a crise financeira, o São Paulo segue trabalhando em alternativas para reorganizar seu caixa, mas, ao menos por ora, a diretoria afirma que o acordo divulgado ainda não corresponde à realidade. O clube ainda espera fechar adiantamentos, tiqueteira, naming rights e vender jogadores para não estourar a dívida ainda mais.
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