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·29 juillet 2026
Sem o guarda-redes do Mundial, St. Gallen chega à Luz com a baliza em segundas mãos

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Ati Zigi, o titular, o nome mais reconhecível da equipa de Enrico Maassen, simplesmente não embarcou. E quando um internacional ganês que jogou um Mundial fica de fora de uma viagem europeia, a pergunta faz-se sozinha: o que se passa?
Quem vai vestir as luvas é Lukas Watkowiak, o número dois de sempre da baliza do St. Gallen. Não é um desconhecido a ser atirado para a fogueira sem preparação, é o suplente natural, o homem que treina para este cenário. Mas há sempre uma diferença entre estar pronto e ser o titular indiscutível, sobretudo quando o adversário é o Benfica e o palco é a Luz.
Para Maassen, este jogo tem um sabor especial que nada tem a ver com a baliza. É a centésima partida do treinador alemão ao comando do St. Gallen, um número redondo que qualquer treinador gosta de festejar com uma boa exibição, e não com uma noite para esquecer na Luz.
A lista de condicionados ajuda a perceber que a equipa suíça não chega a Portugal no seu melhor momento. Onze jogadores limitados é um número que pesa em qualquer plantel, e ainda por cima com o guarda-redes ganês, o principal, ausente.
A comitiva vai treinar às 17h00 no relvado da Luz, a última oportunidade para ajustar automatismos antes do apito inicial. Sobre a ausência de Ati Zigi, a explicação apontada pela Record é uma lesão muscular numa coxa.
Seja qual for a razão exata, o Benfica vai encontrar do outro lado uma baliza menos rodada do que estava à espera, e isso, nestes jogos, costuma pesar.
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