Jogada10
·20 mai 2026
Surto de Ebola na RD Congo coloca Fifa em alerta a menos de um mês da Copa do Mundo

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·20 mai 2026

A menos de um mês da Copa do Mundo 2026, a Fifa intensificou o monitoramento do surto de Ebola registrado na República Democrática do Congo. A entidade informou que mantém contato com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, México, Canadá e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir segurança durante o torneio.
Dados divulgados pelas autoridades de saúde local indicam que a crise sanitária no país africano já provocou 134 mortes e soma 500 casos suspeitos. O surto surgiu na região leste do território congolês e preocupa, ao menos de forma imediata, outros três países.
De acordo com o diretor-geral da OMS, ainda não existe vacina nem tratamento disponível para a cepa Bundibugyo — responsável pela disseminação do vírus. A organização trabalha com a expectativa de encontrar solução em até dois meses.

RD Congo divulga convocados para o Mundial 2026 – Foto: Divulgação/@FecofaRdc
O avanço dos casos colocou a entidade máxima do futebol em estado de atenção. Segundo comunicado, a Fifa tem acompanhado a situação ao lado da Federação de Futebol da República Democrática do Congo e dos governos dos três países-sede do Mundial.
“A Fifa está ciente e monitorando a situação relativa ao surto de Ebola e mantém contato próximo com a Federação de Futebol da República Democrática do Congo para garantir que a equipe esteja ciente de todas as orientações médicas e de segurança”, e completou:
“Continuamos trabalhando com os governos dos três países-sede da Copa do Mundo FIFA 2026, incluindo o Departamento de Estado dos EUA, o CDC e o Departamento de Segurança Interna, a Secretaria de Saúde do México e a Agência de Saúde Pública do Canadá, bem como com a Organização Mundial da Saúde, para garantir um torneio seguro”, declarou a entidade.
Apesar do cenário de alerta, a participação da seleção congolesa na Copa do Mundo não corre risco neste momento. A equipe integra o Grupo K ao lado de Colômbia, Portugal e Uzbequistão.
A OMS ressaltou que a emergência internacional não coloca o surto em estágio semelhante ao da Covid-19. Segundo a entidade, o risco global permanece baixo, apesar da falta de combativos. Uganda, Sudão do Sul e Ruanda aparecem entre os países de maior preocupação devido às ligações comerciais e fluxo de viagens com a República Democrática do Congo.
Vale destacar que especialistas tratam a cepa envolvida no atual surto como rara. Em função disso, o número de ferramentas disponíveis para contê-la é reduzida.
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