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·11 janvier 2026

Técnico do Sub-20 do Corinthians analisa partida da equipe e classificação para o mata-mata da Copinha

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  1. Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

Na noite da última sexta-feira (9), o Corinthians enfrentou o XV de Jaú, no Estádio Zezinho Magalhães, no interior de São Paulo, pela terceira e última rodada da fase de grupos da Copa São Paulo de 2026 e venceu por 3 x 2. Os gols do Alvinegro foram marcados por Guilherme Pires, Luiz Fábio ‘Favela’ e Luizinho. Com o resultado, o Timãozinho se classificou para o mata-mata da Copinha na liderança do Grupo 8 com sete pontos – quatro gols marcados e um sofrido.

Instantes após o apito final, o técnico William Batista concedeu entrevista ao Meu Timão fez uma análise da vitória e falou sobre a classificação para a segunda fase do torneio de base mais importante do país. O comandante exaltou a eficiência da equipe no setor ofensivo ao relembrar as jogadas de cada um dos gols dos Filhos do Terrão.


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Foto: Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians

“Acho que a gente teve mais lucidez quando recuperou a bola para puxar os contra-ataques. A gente conseguiu ser um pouquinho mais generoso também para um passar a bola para o outro, que é uma coisa que vinha acontecendo menos do que a gente gostaria. Acho que, no momento ofensivo, através das jogadas criadas, a gente chegou ao fundo da área e jogou a bola para dentro da área. O segundo gol foi assim. Acho que isso determina muito o jogo. O jogo é definido na área do adversário e na nossa. Acho que, na do adversário, a gente foi bem competente para poder converter”, iniciou.

Em seguida, o treinador do Sub-20 do Corinthians comentou sobre seu trabalho desde que chegou ao clube em relação a mentalidade e enaltecendo a ‘alma’ e ‘resiliência’ da equipe. Contratado na reta final de agosto de 2025, até o momento, são cinco vitórias, dois empates e uma derrota em oito partidas – 12 gols marcados e sete sofridos.

“O nosso trabalho é que a gente treina para vencer há quatro meses. Acho que, desde quando eu cheguei ao clube, a mentalidade do nosso time tem sido trabalhar sempre para ser protagonista do jogo, para vencer as partidas, para ser agressivo e representar o Corinthians na grandeza dele. É óbvio que, às vezes, a circunstância do jogo e a adversidade que o adversário impõe sobre nós nos atrapalham um pouco. Mas essa equipe tem mostrado que tem alma, tem resiliência”, continuou.

Posteriormente, o comandante ressaltou a pressão em torno da equipe em caso de um resultado negativo, visto que a equipe venceu o Trindade, de Goiás, por 1 x 0, na primeira rodada, e vinha de um empate sem gols diante do Luverdense (Mato Grosso), podendo eliminar a equipe precocemente da competição. O time do Centro-Oeste foi eliminado do torneio, já que ficou com quatro pontos, na terceira posição da chave.

“É um jogo difícil, porque, de fato, a pressão era sobre nós. Independentemente de a gente perder o jogo, a gente estava bem fora, e o Corinthians tem que passar de fase na Copa São Paulo. Eu acho que os jogadores tiveram grande capacidade de ser resilientes e, mentalmente, foram muito fortes para poder passar pela partida convencendo pela forma como jogaram”, complementou.

Ele também afirmou que a equipe poderia ter evitado os dois gols sofridos e, em relação às alterações, justificou que elas ocorreram mais por questões físicas: São trocas quase que físicas hoje. É difícil fazer uma troca tática no jogo. No futebol atual, é difícil fazer uma troca técnica ou tática; é mais física mesmo. Colocar sangue novo dentro do campo para sustentar a nossa ideia de jogo, de continuar intenso e pressionando alto.”

“Acho que os jogadores que entraram foram bem. A gente poderia ter evitado os dois gols que sofreu: um de cobrança de lateral e outro de pênalti, que são gols evitáveis. Mas também fico feliz porque não tomamos gol em organização defensiva. São detalhes mais fáceis de resolver nos próximos dois dias”, disse.

Por fim, fez elogios ao aspecto mental e coletivo da equipe, colocando os mesmos como fatores determinantes para a classificação para a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026: A gente vem falando muito sobre isso, sobre as questões mentais do jogo. Eu acho que isso é construído dia a dia, desde lá de trás. Não foi construído nos últimos dois dias porque a gente precisava empatar ou ganhar para classificar. Esse time tem sido resiliente no dia a dia, tem sido esforçado no dia a dia.”

Eu acho que, se tem uma coisa que eu posso dizer que é o forte dessa equipe, mais do que qualquer indivíduo ou outro, é a força do coletivo, a força da determinação e da vontade deles. Eles têm uma vontade imensa de representar o Corinthians. Eu acho que, no que diz respeito à tradição do time e do clube, é isso: muita raça e disposição”, finalizou.

O Timãozinho retornará aos gramados na próxima segunda-feira (12), às 21h20 (de Brasília), no Estádio Zezinho Magalhães, em Jaú, para enfrentar o Guarani, pela segunda fase da Copinha. O time de Campinas se classificou como vice-líder do Grupo 7 – sede em Assis – com seis pontos, um atrás do Athletic.

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