Jogada10
·1 février 2026
Vojvoda reconhece fase ruim, mas se vê capaz para classificar Santos

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Juan Pablo Vojvoda está a sete jogos sem conhecer o que é uma vitória e está pressionado no Santos. Após derrota no clássico contra o São Paulo, no Morumbis, pela sexta rodada do Campeonato Paulista, o técnico admite momento delicado no Peixe, mas acredita em classificação e se vê capaz para mudar o cenário.
“Não fizemos uma boa partida, não estamos fazendo um começo de ano como pretendíamos. Somos todos responsáveis. Não é um clube dividido, somos pessoas honestas e eu posso olhar nos olhos de cada um. Não é um bom ano, é verdade. Mas está começando, nos momentos difíceis como esse vamos reagir e vamos classificar. Vamos colocar tudo para melhorar esse rendimento que não é bom. Precisamos da ajuda de todos. Um clube unido”, disse Vojvoda.
O Santos, aliás, está fora da zona de classificação às quartas de final, restando duas rodadas ainda de fase de grupos para buscar a vaga no Paulistão.
“Muito capaz. Eu me sinto muito capaz. Tenho jogadores bons. Compreender a realidade do clube, não exijo grandes figuras. Mas os que estão comigo vão subir de rendimento como subiram no ano passado. É minha responsabilidade fazê-los subir de rendimento e farei isso com as pessoas que estão ao meu lado. Sou um treinador de processos, também. Vim de baixo. Vou conseguir o rendimento que eu considero que esse time tem que ter”, disse Vojvoda, que até se irritou em alguns momentos da entrevista coletiva, interrompendo jornalistas antes do fim de suas perguntas.

Vojvoda está pressionado no Santos – Foto: Reprodução
São Paulo superior: “São Paulo foi melhor que a gente desde o primeiro minuto. Hoje, foi assim. Contra a Chapecoense, não foi assim. De Bragantino, também não. Jogos igualados. Hoje, nos superaram. Não fizemos uma boa partida. Hoje, eu sou responsável. Eu escolho os jogadores. Trabalho todos os dias com jogadores e com Mattos. Não saiu. Procurar desculpas, não: nos superaram. A expulsão. Dez jogadores, arbitragem, mas não há desculpas. São fatores.
Expulsão de Gabriel Menino: “Cometeu um erro, mas a arbitragem não conduz de uma maneira ágil nesse momento. Futebol tem dessas coisas. Mas nós temos que ser inteligentes de não entrar nessas questões, ter equilíbrio de começar com 11 e terminar com 11. Errou e todos sabemos, não há o que esconder”.
Neymar: “Vem, aliás, de uma cirurgia. Logicamente, precisamos dele. O clube precisa dele. Mas precisamos compreender o atleta, também. É um jogador muito grande, que recebeu muitas críticas. Jogou três ou quatro jogos com menisco lesionado. Teve coragem. Está para voltar. Precisamos dele, como precisamos de todos”.









































