André Villas-Boas não esquece roubo no Dragão: “Na ‘Taça Sporting’ ficámos pelo caminho. Ficou exposto o que temos vindo a sentir” | OneFootball

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·1 Mei 2026

André Villas-Boas não esquece roubo no Dragão: “Na ‘Taça Sporting’ ficámos pelo caminho. Ficou exposto o que temos vindo a sentir”

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André Villas-Boas recorreu ao editorial da edição mais recente da revista Dragões para fazer a avaliação do mês de abril, período em que o FC Porto se despediu da Liga Europa e da Taça de Portugal, mas deu um passo importante na luta pelo título nacional.

“Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se ‘joga’: conquista-se. E só se conquista com foco absoluto. Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força”, pode ler-se.


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Villas-Boas classificou a Taça de Portugal como a “Taça Sporting”. “Na ‘Taça Sporting’, frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: ‘É raro, mas acontece muito’. Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer ‘das tripas coração’ nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonhamos”, escreveu.

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