Jogada10
·10 Juni 2026
Cão vidente prevê Brasil como líder do grupo C da Copa do Mundo

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·10 Juni 2026

Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, uma previsão inusitada chamou a atenção dos torcedores brasileiros. Conhecido nas redes sociais por seus palpites esportivos, o cão da raça corgi chamado Steph Furry apontou o Brasil como líder do Grupo C da competição.
O animal ganhou fama após acertar diversos resultados da NBA, incluindo a previsão dos finalistas da temporada. Agora, resolveu expandir seus palpites para o futebol e trouxe boas notícias para a Seleção Brasileira.
Segundo a previsão do corgi, o Brasil terminará a primeira fase na liderança da chave. Marrocos ficaria na segunda colocação, enquanto Haiti e Escócia completariam a classificação do grupo.
O cachorro ganhou o apelido de Steph Furry em referência ao astro do basquete Stephen Curry. O trocadilho utiliza a palavra inglesa furry, que significa “peludo”. Nas redes sociais, o animal já acumula mais de 450 mil seguidores, que acompanham seus vídeos de previsões esportivas.
A dinâmica é simples. Diante de pequenas cestas identificadas com os escudos ou logotipos das equipes, o corgi escolhe seus vencedores ao arremessar bolas de basquete com o focinho.
Embora tenha ficado conhecido pelos palpites envolvendo a NBA, Steph Furry também costuma fazer previsões sobre partidas da NFL, MLB e até do futebol europeu.

Brasi estreia na Copa contra Marrocos, no próximo sábado (13) – Foto: Nelson Terme/ CBF
Aliás, a Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo no próximo sábado (13/6), diante de Marrocos. Depois, enfrenta o Haiti, no dia 19, e encerra sua participação na fase de grupos contra a Escócia, em 24 de junho.
Assim, caso confirme o favoritismo apontado pelo cão vidente e termine na primeira colocação da chave, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F no mata-mata. A chave conta com Holanda, Japão, Tunísia e Suécia, o que torna a disputa por posições bastante equilibrada.
Entretanto, além da vantagem esportiva, liderar o grupo também facilitaria a logística da equipe de Carlo Ancelotti. Afinal, nesse cenário, a Seleção permaneceria nos Estados Unidos durante toda a sequência da competição, evitando deslocamentos internacionais ao longo do torneio.







































