Caso Senegal: um médico que era ginecologista e um chef despedido por assédio sexual | OneFootball

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·13 Juli 2026

Caso Senegal: um médico que era ginecologista e um chef despedido por assédio sexual

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Após a eliminação do Senegal no Mundial 2026, a seleção africana vê-se envolvida num dos escândalos mais caricatos do futebol recente.

Na sequência da demissão do selecionador nacional e de várias renúncias de jogadores, o presidente da federação do país, Abdoulaye Fall, revelou que o chef da equipa foi acusado de assédio sexual e que o médico que acompanhava a comitiva há mais de uma década era, na verdade, ginecologista.


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A Federação Senegalesa de Futebol confirmou o afastamento do chef durante o torneio e lamentou o impacto do caso no ambiente do grupo, que já enfrentava queixas de indisciplina noutros setores. «O objetivo foi apenas tentar manter a serenidade do grupo e a boa imagem do nosso país», reforçou o dirigente.

Paralelamente, o presidente revelou que o médico da equipa principal há dez anos é, afinal, ginecologista-obstetra: «Descobri tarde demais que o médico da seleção não tinha a formação académica adequada para apoiar os jogadores. Pelo que me disseram, os atletas já não tinham total confiança no apoio médico que recebiam.»

Estes episódios juntam-se a uma série de polémicas recentes na seleção senegalesa, que viu Pape Gueye renunciar à equipa nacional até que a equipa técnica fosse destituída. O selecionador Pape Thiaw, que ocupava o cargo desde 2022, acabou mesmo por ser demitido no passado domingo (12).

Tudo isto surge após a imprensa internacional ter avançado, também, a existência de uma suposta discussão entre Sadio Mané e Koulibaly durante o Mundial.

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