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·30 Juli 2026

Ceni admite queda do Bahia no segundo tempo e cita dificuldades no jogo

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O Bahia fez uma partida marcada por tempos distintos contra o Fluminense. Depois de uma primeira parte equilibrada, a etapa final da partida foi de amplo domínio da equipe da casa.

Em entrevista após o jogo no Maracanã, o técnico Rogério Ceni comentou o empate em 0 a 0 como uma atuação marcada por queda do Bahia ao longo do segundo tempo e indicou o momento das substituições como principal motivo.


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“Primeiro tempo bem equilibrado. Achei até que poderíamos ter feito mais, o Fluminense não estava bem conectado. No segundo tempo, depois das trocas, caímos um pouco de produção, o Fluminense foi melhor. Tivemos algumas chances, mas o Fluminense teve mais volume”.

Dificuldades do Bahia contra o Fluminense

Ceni destacou ausências de jogadores suspensos, como David Duarte e Zé Guilherme – este que vinha ganhando minutos como titular na ausência de Juba –, além dos lesionados do elenco: Erick, Caio Alexandre e Kike seguiram fora.

“Tivemos alguns lesionados, outros suspensos, jogadores importantes. Relacionamos seis jogadores da base, dois entraram no jogo”, relatou.

Sobre o que não deu certo em campo, o treinador admitiu que os pontas Ademir e Erick Pulga não conseguiram fazer o que se esperava, ressaltando que o Bahia não tem mais o mesmo poder ofensivo pelos lados do campo como tinha em 2025.

“Os pontas não conseguiram render o esperado por nós. A gente tinha muita vantagem pelas pontas no ano passado, mas sem isso esse ano, demos prioridade para mais um jogador de meio de campo em detrimento a usar dois pontas abertos. (…) Achamos que o 4-5-1 ficou muito baixo em determinado momento da marcação, e acho que temos conseguido conter melhor os adversários. Mas o mais importante é que os pontas não estavam levando a melhor como no ano passado”.

Time mais jovem e desfalques de David Duarte e Erick

Questionado sobre a postura de marcação mais intensa demonstrada pelo Bahia em determinados momentos, Ceni destaca que o rejuvenescimento da equipe titular é o fator preponderante para exercer mais pressão.

“São características diferentes, são jogadores mais jovens em campo, eles têm mais energia na marcação e saída de bola com pressão. A gente teve um errinho na marcação pelo lado direito, no intervalo deu para corrigir melhor isso, mas o Fluminense é um time envolvente, que se movimenta muito. É um elenco bom, difícil de se enfrentar”.

Por fim, ele reafirma as dificuldades do Bahia sem jogadores importantes como Erick e David Duarte, pela imposição na bola aérea, e pela saída de jogo de Caio Alexandre.

“A gente sabia que ia sofrer no final pela ausência do Erick, do Caio, do David Duarte, os últimos minutos foram quase todos do Fluminense, mas Ronaldo e a defesa foram importantes para manter esse placar”.

O Bahia jogará novamente no dia 9 de agosto, contra o Vasco, em casa.

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