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·21 Februari 2026
Detalhes da negociação de camisa 9 são dados por Diretor do São Paulo

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Detalhes da negociação de camisa 9 são dados por Diretor do São Paulo
Em entrevista ao canal Arnaldo e Tironi, o Diretor de Futebol do São Paulo, Rui Costa deu detalhes sobre a negociação de Marcos Leonardo que esteve prestes a fechar com o Tricolor. Os fatos são interessantes e deixam claro que um time da Série A atrapalhou. Nesta janela, Palmeiras e Flamengo tentaram o jogador e pela monta financeira faz sentido que seja um deles.
Veja: “Uma mensagem aqui do Caneluga. Ele fala, Rui, o que realmente aconteceu na negociação do Marcos Leonardo? Foi só falta de grana? Se comenta de um interesse de terceiros em melar a negociação. Ah, eu ouvi muito isso.
Eu, até pela formação jurídica que eu tenho, nunca falo de coisas que eu não tenho provas, né? Mas eu tomo muito tempo no futebol para saber que somos competitivos em todos os aspectos. E eu tenho alguns dados que me permitem dizer que, em algum momento, algum clube importante, através de uma interposta pessoa, possa ter tumultuado um pouco o processo. Mas isso é uma percepção a partir de coisas que escutei, de relacionamentos que eu tenho e tal.
O fato é que nós chegamos até as últimas consequências, né? Nesse dia que muita gente disse que era uma simulação de negociação, e eu estou tendo a oportunidade de falar isso pela primeira vez, como é importante falar isso, né? Como é importante comunicar. Quantas vezes eu fiquei lendo e ouvindo que a gente tinha simulado uma negociação. O pai do Marcos Leonardo esteve no CT.
Ficou conosco até às 11h45. Pegou a camisa do São Paulo, chorou no CT, se emocionou. Os empresários do Marcos foram espetaculares.
Imagina você falar com o cara. Eu liguei para o diretor esportivo do clube às 3h da manhã de lá, e ele atendeu. E nós levamos isso até a última minuto.
Mas quando eles disseram que nós tínhamos que pagar o salário integral dele, nós tivemos que sair da operação. Até então havia uma possibilidade de pagar parte desse valor e transformar outra parte em um empréstimo, desde que ele ficasse vinculado ao clube e recebendo por lá, porque ele teria vantagens tributárias. Então veja as coisas que nós fizemos.
Análise tributária. E até o último minuto, eu tenho até hoje as mensagens do próprio atleta se dirigindo ao diretor de futebol, dizendo, por favor, eu quero jogar no São Paulo. Por favor, me atenda a isso.
Eu não estou inscrito. Então não foi simulação de negociação. Nós esbarramos naquilo que esbarramos sempre.
Na responsabilidade orçamentária. Nós não podíamos trazer um jogador, mais um jogador que eu tenho certeza que ele faria 35 gols no São Paulo, mas nós não podíamos pagar. Eu quase falei o valor aqui.
O que era impensável fazer isso, porque eu perderia os outros. Então, me lembro como se fosse hoje. Eu com o telefone aqui, todos nós reunidos, o próprio Muricy, nós jantamos no CT, ficamos no CT, o cara me atende indignado, imagina um árabe às três da manhã e dizia, cara, pelo amor de Deus, leia o meu e-mail, fala com o Sheik.”









































