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·26 Juni 2026
Diogo Costa, Trincão e Rúben Neves anteveem Colômbia: «É diferente do que temos apanhado»

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Diogo Costa, Francisco Trincão e Rúben Neves foram os porta-vozes da Seleção Nacional na noite desta sexta-feira. Em declarações aos jornalistas, os jogadores anteviram o duelo com a Colômbia, agendado para a madrugada de domingo, às 0h30.
Jogo diferente: «O mais importante é sempre ganhar o jogo. Independentemente da importância do jogo e da qualificação, estamos focados em ganhar à Colômbia. Talvez não seja uma seleção que vá jogar em bloco baixo. Tal como têm respeito por nós, também têm o nosso respeito. Temos de estar a altura para o que for necessário e levar o mais importante, que é a vitória.»
Luis Díaz: «Não falei com ele, mas a Colômbia tem jogadores que merecem o nosso respeito. Não só eles, mas o coletivo e vamos demonstrar esse respeito e fazer de tudo para ganhar o jogo.»
Tira-teimas: «Tem de haver respeito por todas as seleções. Neste Mundial têm existido muitas surpresas. Todos merecem o nosso respeito. A Colômbia é uma seleção diferente, tem a sua cultura, e nós temos de nos habituar e ganhar.»
Adeptos: «Claro que ficamos sempre gratos com as pessoas que temos a apoiar, mas o nosso papel é dar mais importância ao trabalho diário, aos objetivos para o jogo e para o plano. Esteja muito ou pouca gente, sabemos que os portugueses vão estar a apoiar-nos. Queremos essa energia boa para sair com uma vitória.»
Seleção com vários líderes: «Casa muito bem, temos bom ambiente. É sempre vantajoso para nós, cada um coloca a experiência necessária para ganhar e dar importância ao coletivo.»
Terminar em primeiro ou segundo do grupo: «A principal ideia, com a qual vínhamos para aqui, era jogar os três jogos e depois fazer contas. Não podemos olhar para a frente. Temos de pensar no de amanhã e não muito no que vem à frente.»
Luis Suárez: «Por acaso, não falei com ele, não quisemos falar nada para não criar problemas entre nós. O Inácio ajudou mais nas bolas paradas, como é defesa e tem mais atenção a essas coisas. De certeza que no fim do jogo vamos falar.»
Disparates com Pedro Neto: «É sempre uma pessoa muito bem-disposta e divertida, não dá para estar ao lado dele sem estar a rir. Acho que nunca vai mudar porque faz parte da essência dele.»
Importância contra equipas mais fortes: «Tenho de estar preparado para ajudar de que forma for. Sabemos que têm grandes jogadores, conheço um muito bem, há que ter cuidado. Jogam em transição, há que respeitar, vai ser difícil. A Colômbia é diferente do que temos apanhado.»
Pulseira de Diogo Jota: «Acho que é dar-nos mais força e acreditar um pouco mais que temos uma força de fora, algo diferente, que temos de usar nos nossos jogos para ganhar.»
Consequências da humidade na forma de jogar: «Pode ser mais a velocidade do jogo, pode não ser tão rápido, como está mais calor pode afetar um bocadinho. Vamos preparados para o jogo. A única coisa que pode mudar é a velocidade do jogo, não sei se a bola tem influência. Mas estamos preparados porque estamos a treinar aqui há dias.»
Promessa a Diogo Jota: «Primeiro de tudo, era um sonho que ele tinha poder participar no Mundial. Eu participei no Catar e ele teve a infelicidade de estar lesionado. Mais do que tudo, é poder tê-lo comigo e connosco. Sei que era um dos grandes objetivos de carreira dele.»
Condições para o jogo: «Estamos cá há tempo suficiente para nos termos habituado ao clima e às condições. Temos muitos jogadores habituados, eu jogo na Arábia Saudita. Acho que não vai haver essa vantagem da parte da Colômbia. Trabalhámos imenso e vamos lutar para ganhar o jogo, esperando que isso não afete ninguém.»
À procura da estreia: «É um bocadinho mais difícil sofrer de fora, mas temos de estar sempre preparados para quando formos chamados. O mister já disse que nesta Seleção não há substitutos, temos de estar preparados a qualquer momento. E nesta competição já vimos que todos são importantes, que todos vão ter o seu momento. E é para isso que trabalhamos todos os dias.»
Visão do selecionador sobre a posição no grupo: «Viemos focados nos primeiros três jogos. Sabemos que o mais à frente não interessa porque estamos focados no grupo. Queremos ganhar todos os jogos, entramos sempre para ganhar e temos capacidade para isso. É nisso que estamos focados. Amanhã vamos fazer de tudo para trazer a vitória e depois teremos tempo para pensar nas outras equipas.»
O que é preciso para conquistar o Mundial: «Temos de estar focados em todos os jogos e pensar jogo a jogo. Em primeiro lugar, precisamos de passar a fase de grupos e, depois, dar o nosso melhor em cada jogo. Também é preciso ter um pouco de sorte, porque não há campeões sem sorte. Mas precisamos de ir à procura disso. Queremos lutar por isso.»
As duas versões de Portugal: «É sempre difícil jogar nestas competições. Felizmente, temos alguns exemplos disso noutras seleções. Jogamos sempre para ganhar. Sabemos que no primeiro jogo não estivemos no nosso melhor nível e foi preciso trabalhar muito para mudar no segundo jogo. Esse correu muito bem, fizemos o que estamos habituados a fazer, e agora é tentar evoluir. Espero que tenhamos muitos jogos pela frente, e se fizermos melhor em cada um deles, vamos chegar longe.»







































