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·1 Mei 2026
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Em meio à grave turbulência financeira e societária, a SAF do Botafogo recorreu a um empréstimo de "último recurso" junto à GDA Luma em fevereiro de 2026.
O objetivo principal era quitar pendências urgentes, como o transfer ban gerado pelo atraso no pagamento de Thiago Almada.
No entanto, o contrato impôs amarras severas ao clube, segundo apuração do ge.
O site do grupo Globo publicou que a dívida limita drasticamente o controle do Botafogo sobre suas próprias receitas e coloca ações da SAF em risco.
A GDA Luma, inclusive, já se habilitou como parte interessada no processo de recuperação judicial e é uma das candidatas a assumir o controle do clube após a remoção de John Textor.
O acordo estipula que todas as receitas presentes e futuras relacionadas aos jogadores (tanto do futebol masculino quanto do feminino) sirvam de garantia direta para a GDA Luma.
Isso afeta diretamente negociações em andamento, como a possível ida do zagueiro Barboza para o Palmeiras.
Como forma de proteção adicional, a GDA Luma exigiu garantias societárias pesadas dos "acionistas relevantes" envolvidos na operação (Eagle Bidco, Eagle Football Holdings e John Textor).
As condições estabelecidas foram:
Nota: A GDA Luma é a segunda na fila para executar essas ações, visto que a empresa Ares possui a prioridade.
O empréstimo original assinado pelo Botafogo foi de US$ 25 milhões (cerca de R$ 124,2 milhões), com um repasse líquido de US$ 22,8 milhões após o desconto de taxas.
De acordo com o ge, o pagamento, no entanto, foi estruturado com base em um Múltiplo Mínimo sobre o Capital Investido (MOIC).
O grande problema ocorreu quando a SAF Botafogo acionou a medida precautelar antecedente à recuperação judicial.
Para o contrato, isso configurou uma quebra severa do acordo (uncured event of default), acionando gatilhos punitivos drásticos:

📸 Wagner Meier - 2025 Getty Images
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