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·16 Januari 2026
Ex-promessa brasileira e do Napoli não marca gol há 10 anos: agora joga o Paulistão

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O futuro em 2015 parecia promissor. Artilheiro Sul-Americano Sub-17, mais jovem a marcar na Copa Sul-Americana, gigantes de olho em seu futebol... Leandrinho despontava na Ponte Preta como um dos grandes nomes de sua geração no Brasil. Nada acabou por correr como o esperado: mais de uma década depois, o atacante precisa lidar com uma seca histórica, e busca espaço no Paulistão pelo Capivariano.
O anúncio de sua contratação chegou a causar certo espanto, mesmo para o pequeno clube do interior paulista. Afinal, para um jogador de ataque, os gols costumam ser o grande cartão de apresentação, e Leandrinho tem poucos em sua conta. O último... No dia 19 de agosto de 2015, pela Ponte Preta, há mais de uma década, e justamente aquele que o fez escrever seu nome na Copa Sul-Americana como mais jovem da história a balançar as redes.
Antes, Leandrinho havia marcado em vitória da Macaca sobre o Moto Clube, pela Copa do Brasil. O prodígio era ainda o atual artilheiro sul-americano sub-17, com oito gols na campanha do título do Brasil, e somava ainda outros dois no Mundial da categoria, disputado no mesmo ano. Um desempenho que o fez ser anunciado no Napoli com grande expectativa entre torcedores, como os comentários na postagem congelada no tempo no twitter de Aurelio De Laurentiis, presidente do clube italiano, pode comprovar.
A mudança para o futebol italiano foi um grande salto para a carreira de Leandrinho. Talvez um maior do que suas pernas estavam prontas para suportar. Lá começava uma história de decadência precoce até o quase ostracismo no futebol.
Leandrinho não teve oportunidades no Napoli. Mas o clube ainda tentou apostar em seu desenvolvimento. O emprestou ao Atlético Mineiro com a esperança de que um retorno à casa pudesse o ajudar a se firmar como profissional. Não deu certo: foram nove jogos no Galo, sem gols marcados.
O retorno ao Napoli foi apenas para cumprir contrato. Em 2020 voltou ao Brasil para defender o Bragantino. Foram 12 jogos na primeira temporada, 13 na segunda, quatro no início da terceira... quase sempre como reserva. Sem nunca balançar as redes e com uma assistência apenas.
Leandrinho passou a vagar por clubes do Paraná, seu estado natal. Primeiro Londrina, depois em Maringá e, por último, no Cianorte. Jogou pouco e não deixou saudades... Completou uma década sem balançar redes no período.
A grande promessa brasileira, cria da Ponte, retornou a São Paulo para reforçar o Capivariano, já sob intensa desconfiança. Foi reserva nas duas primeiras partidas do Paulista. Aos 27 anos, ainda busca afirmação como profissional. Ao contrário de 2015, poucos apostariam agora em seu sucesso.









































