Portal dos Dragões
·25 Januari 2026
Froholdt de fora: Rosário é solução natural para Farioli, diz Jorge Amaral

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Francesco Farioli não poderá contar com Viktor Froholdt no regresso dos dragões à Liga Betclic, segunda-feira, frente ao Gil Vicente. Segundo Jorge Amaral, antigo guarda-redes dos azuis e brancos, trata-se de uma baixa que pode criar dificuldades ao líder do campeonato, embora deva ser compensada com a utilização de Pablo Rosário, que o ex-guarda-redes descreve como “o fiel do treinador” italiano.
“Froholdt tem tido um papel preponderante no meio-campo do FC Porto. Nos primeiros três meses, atuando mais nos desequilíbrios ofensivos, como um ‘box-to-box’, importante quer na manobra defensiva quer na manobra ofensiva. Mais recentemente, têm-se revelado mais no jogo ofensivo, pela intensidade que mete no jogo com e sem bola”, analisa o comentador da CMTV, reconhecendo que “importante é sempre”, daí ser um titular quase absoluto da equipa treinada por Farioli.
Amaral relativiza a ausência: “Por um jogo, poderá nem sentir-se muito a sua ausência. Por um período mais prolongado, sentir-se-ia mais, sem dúvida”, antecipa o antigo guardião, e aponta de imediato a solução que o técnico portista tem disponível.
“Face à proposta de jogo apresentada por Farioli, o substituto direto de Froholdt deverá ser o [Pablo] Rosário, que também tem uma intensidade grande no jogo, é uma espécie de fiel do treinador. E bem”, nota o comentador ligado aos dragões, embora admita que existam características do nórdico que o dominicano não reproduz completamente.
“Não tendo os recursos técnicos de Froholdt, nos desequilíbrios ofensivos, Rosário pode ser importante nos equilíbrios a meio-campo, dando até ao lateral mais liberdade para as ações ofensivas”, preconiza Amaral, sublinhando que o atual plantel do FC Porto transmite agora uma confiança que faltava antes da chegada de Farioli.
“Este plantel é mais equilibrado. É um plantel que tem permitido ao treinador mexer e as coisas correrem bem. Se bem que haja cinco ou seis peças em que é mais difícil mexer. Essas são, efetivamente, a espinha dorsal da equipa”, considera o antigo guardião, de 70 anos, acrescentando que essa maior profundidade torna menos sentidas eventuais ausências, como a do dinamarquês, em comparação com épocas anteriores.









































