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·1 Mei 2026
Hugo Oliveira antevê Benfica: «Pontuámos com o FC Porto e merecíamos os três pontos»

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Depois de José Mourinho, também Hugo Oliveira fez a antevisão ao duelo entre Famalicão e Benfica, agendado para as 18h00 deste sábado. O técnico famalicense falou sobre as ambições da sua equipa na receção a um grande e voltou a abordar o objetivo da qualificação europeia.
Antevisão: «A nossa forma de estar é jogar sempre para ganhar, este não é diferente, é jogo da Liga. Se essa é a nossa forma de estar e o nosso objetivo, este é mais um jogo em que vamos entrar dessa maneira. Jogo difícil, encontramos um adversário fortíssimo, quiçá no melhor momento da época, próximo dos objetivos, que sabe que todos os pontos vão ser fundamentais, mas nós também queremos desfrutar de cada momento.»
Ambição: «Uma das maiores vitórias que temos é o facto de sentirmos que os adeptos, quando vai começar jogo do Famalicão, não dão um resultado de borla. Não assinam empate em jogo nenhum. Obviamente há jogos mais difíceis, outros mais fáceis, este é dos mais difíceis. Estamos próximos do final estamos mais maduros, estamos a lutar pela forma de estar e estarmos melhor classificados.
«Acredito que a tabela será justa. De resto, é a ambição que nos norteia. Ambição de sermos melhores, de nos mostrarmos, de nos afirmarmos. Jogadores jovens que querem afirmar-se, um treinador jovem que quer aprender e ser melhor. É uma grande oportunidade, com casa cheia, o que mostra o momento que estamos a viver.»
Jogos grandes: «É a prova de que jogamos sempre com ADN de vitória e a discutir o resultado, quer seja em casa ou fora. É quem nós somos. Depois, se o resultado cai para nós ou não, nem sempre é justo, mas lutar por aquilo que acreditamos e queremos está intrínseco. Tivemos pontos com o FC Porto e com o SC Braga fora, merecíamos os três pontos em ambos, na minha opinião mais até com o FC Porto.»
Chave para vencer: «Ser extremamente coletivo, um Famalicão que pense em si só. Um projeto transversal desde o proprietário até ao mais comum trabalhador, todos são importantes. Não há o jogador A ou B, posição X ou Y que vão decidir o jogo. Este não é o projeto do treinador, do presidente, do talento, é um projeto de um coletivo forte, que vive a acreditar nesta força, mas que depois tem A ou B ou C, que dão qualidade individual ao coletivo, C e D que dão ideias ao coletivo.»







































