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·26 Juli 2026

Ídolo do Inter foi chamado de “irmão do Pelé”

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Ídolo de clubes como Paysandu e Internacional, o ex-atacante Iarley guarda lembranças inesquecíveis de sua passagem pelo Boca Juniors. Campeão argentino e mundial com a equipe de Buenos Aires, o brasileiro relembrou um dos momentos mais marcantes de sua carreira, protagonizado justamente em um Superclásico contra o River Plate, além de destacar a importância de Guillermo Barros Schelotto, atual treinador do clube e seu antigo companheiro de equipe.

A trajetória de Iarley no futebol argentino começou de maneira curiosa. Antes de vestir a camisa do Boca, ele foi um dos responsáveis por uma das maiores zebras da Copa Libertadores de 2003. Defendendo o Paysandu, comandou a histórica vitória por 1 a 0 sobre os Xeneizes, na Bombonera, resultado que chamou a atenção da diretoria argentina. Meses depois, acabou contratado pelo próprio Boca, onde conquistou o Campeonato Argentino e o Mundial de Clubes, derrotando o Milan na decisão.


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Entre tantas partidas disputadas pelo clube, uma ficou eternizada em sua memória. Em um Superclásico diante do River Plate, no Monumental de Núñez, Iarley teve atuação de destaque, marcou um belo gol e foi eleito o principal nome do confronto. O desempenho conquistou a admiração até mesmo da torcida xeneize, que o homenageou de forma inusitada.

Segundo o ex-jogador, ao deixar o gramado nos minutos finais da partida, os torcedores presentes passaram a chamá-lo de “Irmão de Pelé”, em referência à qualidade da atuação e ao golaço marcado no maior clássico do futebol argentino. Para Iarley, o reconhecimento em um duelo de tamanha rivalidade permanece como uma das recordações mais especiais de toda a carreira.

“Eu joguei o Superclasico no Monumental, a gente ganhou por 2 a 0, eu fui o cara da partida e fiz um gol que é considerado um dos mais bonitos da história do clássico, e a partir dali, eu não tive mais sossego na cidade (risos). Quando faltava três dois, três minutos para acabar a partida, o treinador me substituiu para que eu justamente pudesse ter o reconhecimento da torcida e, por surpresa, os fãs gritaram ‘Olé, olé, olé, é o irmão do Pelé'” – disse em entrevista ao portal Lance.

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