Infantino desvaloriza caso Balogun e problemas com vistos nos EUA: «Não repararam nos milhões que foram aprovados» | OneFootball

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·27 Juli 2026

Infantino desvaloriza caso Balogun e problemas com vistos nos EUA: «Não repararam nos milhões que foram aprovados»

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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, respondeu às críticas dirigidas ao Mundial 2026, acusando os críticos de espalharem «ódio e falsos rumores». Numa publicação divulgada esta segunda-feira, o dirigente defendeu que a competição, acolhida por Estados Unidos, Canadá e México e conquistada pela Espanha, celebrou a união e a inclusão.

Ao analisar a prova, Infantino afirmou que os seus opositores «estavam tão consumidos pelo ódio» que não viram a «alegria vivida pelos adeptos». O líder da FIFA assegurou que o organismo continuou «na linha da frente» a organizar o evento e sublinhou que o torneio decorreu com total segurança e sem o registo de incidentes violentos.


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O responsável abordou igualmente a polémica em torno da anulação do castigo ao avançado norte-americano Folarin Balogun. Infantino desvalorizou a situação, classificando as alterações a decisões disciplinares como «rotineiras» nas grandes ligas: «Acho curioso que os mesmos países que empregam estas práticas sejam os que criticam».

Quanto às divergências sobre a atribuição de vistos de entrada em território norte-americano, o presidente do organismo citou o exemplo da participação da seleção iraniana. «Enquanto vocês espalhavam ódio, nós trabalhamos intensamente para unir dois países em guerra», explicou o suíço.

Infantino garantiu que a comitiva do Irão entrou no país sem conflitos, reiterando que a autorização foi concedida porque «o futebol é sobre paz» e não deve envolver-se em política.

«Vocês mencionaram algumas pessoas com os vistos negados, mas não repararam nos milhões que foram aprovados», referiu o dirigente.

De relembrar que, para além do árbitro Somali, Omar Abdulkadir Artan, também um fotógrafo da comitiva do Iraque ficou retido 12 horas e viu a entrada recusada em Chicago, enquanto o avançado Ayman Hussein ficou retido sete horas para interrogatório no aeroporto.

A equipa do Irão foi obrigada a realizar o seu estágio no México, enquanto os jogos se disputavam nos EUA, obrigando a viagens de ida e volta no próprio dia do jogo, retardando a recuperação física dos jogadores.

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