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·2 Maret 2026
Leila Pereira rebate queixas do São Paulo e critica foco na arbitragem

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A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu com dureza as reclamações do São Paulo após a vitória alviverde por 2 a 1 na semifinal do Paulista. Em declaração nesta segunda-feira (2), a mandatária criticou a postura do executivo tricolor, Rui Costa.
O dirigente são-paulino havia questionado a não marcação de um pênalti durante o clássico. Em resposta, Leila utilizou um forte recorte de gênero para apontar o que chamou de "chilique" por parte dos rivais. Para a presidente, existe um peso diferente na avaliação do público quando uma mulher se posiciona de forma incisiva.
"Você só melhora quando reconhece os erros. Só discuto arbitragem com as pessoas capacitadas para isso, não é na imprensa, não é dando chilique, escândalo. Vou te falar, se sou eu, uma mulher, reclamando de arbitragem, vão dizer que sou histérica", disse Leila.
Leila reforçou que o Palmeiras tem como política não utilizar a arbitragem para justificar tropeços. Ela relembrou a perda do título da Libertadores, onde preferiu focar nas falhas do próprio time em vez de atacar os juízes.
"Mas vocês veem dirigentes homens falando de arbitragem, sendo histéricos, terceirizando a responsabilidade. Ontem mesmo vocês viram isso. Vocês nunca vão ver a presidente do Palmeiras se destemperando por causa de arbitragem", prosseguiu.
Para a mandatária, o foco excessivo nas atuações da arbitragem pode criar uma zona de conforto perigosa para os jogadores e comissão técnica. Ela defende que reclamações devem ser feitas formalmente na Federação Paulista ou na CBF.
O estopim da polêmica foi um toque de mão de Gustavo Gómez quando o Palmeiras vencia por 1 a 0. O VAR não recomendou a revisão, e logo na sequência o Alviverde ampliou o placar com Flaco López. Leila destacou que erros acontecem para todos os lados e que o Alviverde também se sente prejudicado em diversas ocasiões.
"Existem, sim, alguns erros, contra o Palmeiras, a favor do Palmeiras, contra outros clubes, a favor de outros clubes. Os problemas que tivemos na (final da) Libertadores, por exemplo, eu não terceirizei a responsabilidade. Houve um problema na final, mas vocês não viram a presidente reclamando da arbitragem. Falei que deveríamos ter jogado melhor, a responsabilidade era nossa. Eu acho muito perigoso dar a zona de conforto para o clube"
A presidente finalizou reafirmando que o Palmeiras seguirá focado exclusivamente no rendimento em campo. O clube agora se prepara para os dois jogos da final contra o Novorizontino, agendados para os dias 4 e 8 de março.









































