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·21 Maret 2026
Lesão de Luís Guilherme, travão na euforia e gestão física: tudo o que disse Rui Borges

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·21 Maret 2026

Na 27.ª jornada da Liga Portugal Betclic, o Sporting desloca-se ao terreno do Alverca, este domingo, às 18h00. Rui Borges, técnico leonino, fez a habitual conferência de imprensa de antevisão.
Desgaste físico: «Por todo o desgaste que foi o jogo com o Bodo, será difícil. A equipa do Alverca também tem crescido em 2026. Será um jogo difícil, é preciso perceber como estamos em termos físicos e na parte mental, que também conta muito. De forma geral, a equipa percebeu a importância do jogo, a intensidade, o peso psicológico de paixão e entrega ao jogo. O desgaste foi enorme e aqui o mais importante é isso, recuperá-los e ligá-los ao máximo na exigência.»
Alterações no lado esquerdo: «Sim, é possível que haja mudanças. Vamos ver como sentimos a equipa amanhã. Em relação à esquerda, não temos o Maxi, mas temos o Nuno e o Mangas de volta, portanto temos duas soluções que nos dão garantias.»
Luís Guilherme: «Deve parar entre quatro a seis semanas. Tem a ver com o tornozelo. Mais do que isso não posso dizer porque não sou médico.»
Fatura da exigência do jogo com o Bodo/Glimt: «Isso faz parte da grandeza do clube e da exigência. É disputar os jogos. Não há outro remédio, temos jogos de três em três ou quatro em quatro dias. Claro que houve um desgaste emocional e físico fora do normal e não fugimos a isso, mas temos de saber lidar com isso, arranjar estratégias de lutar contra esse desgaste. Mas não é agora, é algo que vem desde sempre. Vamos entrar num mês preenchidíssimo, estratosférico em termos de quantidade de jogos. Mas é a exigência de estarmos onde estamos e disputar aquilo que queremos. Temos de arranjar soluções.»
Impacto de Pedro Gonçalves e Francisco Trincão na seleção: «Não podemos fugir a isso. Querem jogar na Seleção, estão à porta do Mundial. Fico feliz por vê-los a concretizar mais um objetivo e um sonho. Não é por aí que vamos deixar de dar resposta. Há lesões e há o ganho de forma que é difícil em jogos sobre jogos.»
Debast: «Vemo-lo jogar 30 minutos e dá para isso. Se o colocar de início, não vai ter aquela resposta, a capacidade física não vai acompanhar. O treino é pouco porque andamos sempre em recuperação. É pagar se calhar a fatura do que tem sido a época toda, bastante exigente a nível de jogos. São jogos intensos, de grau de dificuldade elevado. Mas eles querem disputar esses jogos e é como digo: é arranjar estratégias para chegarmos na melhor forma e continuarmos a dar uma grande resposta.»
Renovação: «As notícias fazem parte, é o vosso trabalho. Em relação à renovação estou super tranquilo, sei bem o que é a nossa interação com a estrutura, a confiança mútua. Tenho contrato com o Sporting. Não houve reunião nenhuma. O que tiver de acontecer, será a seu tempo.»
Lesionados pós Champions: «Felizmente, não houve mais quedas. Não temos tido grande sorte. O Luis Guilherme foi sozinho no último momento do treino. Há coisas que não conseguimos controlar. O desgaste físico e mental é a única coisa menos positiva que trazemos do jogo e temos de lutar contra isso.»
Segue-se um dos jogos mais difíceis da temporada? «Claramente. Por aquilo que foi o jogo com o Bodo, por tudo o que foi descer à Terra. De repente ganhamos e esvazia o balão de oxigénio. Agora é importante arranjar formas de ligar o jogador. Por mais que queiramos dar a mesma resposta é impossível. Teremos de puxar a energia para um patamar de exigência bom contra uma equipa que em 2026 ainda não perdeu em casa e tem crescido bastante.»
Gestão dos centrais: «Se calhar é a posição mais difícil de gerir. Tenho quatro centrais fabulosos, diferentes e que merecem jogar. Dá dores de cabeça. O Quaresma tem respondido bem e tem tido minutos - se calhar o treinador com quem tem tido mais minutos até sou eu. O Diomande teve esta quebra no Ramadão, até pela estrutura física e atlética dele, é normal que a energia não tenha estado lá. O Inácio tem feito uma época fantástica. É a posição mais difícil de escolher e qualquer um poderá ser titular amanhã.»
Ioannidis: «Não está apto para o jogo de amanhã e não acredito que esteja nas próximas semanas.»
Suárez: «É um caso muito particular. Também apelamos e acreditamos que os selecionadores tenham bom senso, percebem o que tem sido o desgaste dos jogadores nos clubes e aquilo que ainda vão ter pela frente. Acredito que também vão conseguir gerir algum desgaste dos atletas, em particular do Luis. Será sempre importante para nós, até porque tem sido um jogador bastante sacrificado no sentido de dar tudo à equipa. Nota-se em alguns momentos que tem sido estrondoso, mas não é uma máquina.»
Euforia: «Só para fora. Para nós, acabou passados 10 minutos. Percebi que há pouco tempo para recuperar. Percebemos, enquanto treinadores, a dificuldade que será o jogo com o Alverca. Para fora é natural que haja, internamente os jogadores também quebraram logo. Tiveram a folga para respirar, aproveitaram com a família. Mas a partir do momento em que começámos a treinar, não existiu mais euforia.»




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