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·25 Juli 2026

Maresca: “não vim para copiar” Guardiola; terei meu estilo no City

Gambar artikel:Maresca: “não vim para copiar” Guardiola; terei meu estilo no City
  • Maresca falou com Guardiola há uma semana e descreve a relação entre os dois como “muito, muito próxima”
  • Técnico do Man City insiste que “não está aqui para tentar copiar alguém” e que vai implementar o seu próprio futebol
  • Italiano diz estar “bastante tranquilo”, apesar de os clubes frequentemente enfrentarem dificuldades após a saída de um treinador de longa data

Enzo Maresca enfrentou de frente o desafio de suceder Pep Guardiola no Manchester City, insistindo que não tem intenção de copiar seu antecessor e que vai impor sua própria identidade futebolística no Etihad Stadium.

O treinador de 46 anos foi questionado repetidamente sobre sua relação com Guardiola e sobre como pretende encarar o desafio de substituir um dos maiores técnicos da história do futebol em sua primeira coletiva de imprensa como treinador do Manchester City.


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Maresca foi sincero sobre sua proximidade com Guardiola, a realidade do desafio que tem pela frente e a convicção de que sua própria visão de jogo é distinta o suficiente para se sustentar completamente por conta própria no Etihad Stadium.

Suas palavras ao longo da coletiva construíram uma imagem consistente: a de um treinador que tem Guardiola na mais alta estima, mas que não vê contradição entre esse respeito e a confiança no que pretende levar ele mesmo ao cargo.

As respostas também afastaram qualquer sugestão de que Maresca possa recorrer a Guardiola em busca de orientação contínua durante a temporada, deixando claro que, embora a relação pessoal entre eles continue próxima, sua abordagem no trabalho será inteiramente própria desde o primeiro dia.

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Maresca: “Não estou aqui para tentar copiar alguém – não acredito em copiar e colar”

Questionado se havia falado com Guardiola desde que assumiu o cargo, Maresca deixou claro que o contato entre os dois não se resume a uma mera cortesia profissional.

“Falei bastante com o Pep desde que ele decidiu deixar o clube”, disse Maresca. “Estive com ele há uma semana, passamos algumas horas juntos. Mas a relação com o Pep, desde a época em que eu trabalhava com o sub-23, sempre foi muito, muito próxima.”

Sobre a possibilidade de esse contato continuar semanalmente durante a temporada, Maresca foi igualmente firme: “Não, ele precisa aproveitar esse momento. E eu também preciso fazer meu trabalho e encontrar minhas próprias soluções. Mas, depois de 10 anos jogando a cada três dias, a cada três dias, é bastante desgastante. Então acho que agora ele merece descansar.”

Ao ser perguntado se suceder Guardiola é algo intimidador, Maresca voltou à mesma linha que vem adotando desde os primeiros dias no cargo: “Sim, mas, de novo, depende da forma como você encara isso.

“Para mim, é um privilégio. Eu acho, e acredito que alguns de vocês ou todos vocês também consideram o Pep o melhor treinador e o melhor técnico dos últimos 20 anos. Então, para mim, é um privilégio, e também é um desafio porque vimos que, depois desse tipo de treinador, o clube sempre enfrenta dificuldades — eu sei disso, tenho consciência disso. Mas, ao mesmo tempo, estou bastante tranquilo, certo de que podemos fazer um grande trabalho.”

Maresca: “Estou aqui apenas para fazer meu trabalho, implementar meu futebol, minha ideia”

Ao ser perguntado se aprecia o desafio do pós-Guardiola, Maresca traçou uma linha clara que deve definir desde o início o tom de toda a sua passagem pelo clube.

“Antes de tudo, para mim é importante deixar claro que estou aqui para fazer o que eu quero, o meu trabalho, da maneira que eu quero”, disse Maresca. “Não estou aqui para tentar copiar alguém, estou aqui apenas para fazer meu trabalho, implementar meu futebol, minha ideia, a forma como eu vejo o futebol. E depois, se vai ser mais fácil ou mais difícil, eu não sei — acho que é um belo desafio, é um privilégio para mim estar aqui. Estou muito feliz por estar aqui com vocês, então nada mais.”

Questionado especificamente sobre o que poderia fazer de diferente em relação a Guardiola, Maresca rebateu a premissa da própria pergunta, argumentando que o conceito de replicação no comando técnico é falho por natureza: “Todo treinador é diferente. Todo treinador pode ter alguns conceitos parecidos, mas no fim todo treinador é diferente; a forma como encaramos o dia a dia, a forma como encaramos os jogos. Então vamos ver de que maneira precisamos ajustar alguns conceitos, mas não acho que existam treinadores que simplesmente copiem e colem outro treinador.”

Ele encerrou com uma frase que resume perfeitamente toda a sua posição sobre o tema: “É difícil, porque eu posso copiar e colar, mas provavelmente não vejo o futebol da mesma forma que outro treinador. É por isso que não acredito em copiar e colar.”

Essa distinção importa tanto na prática quanto em princípio. Sam Lee, do The Athletic, informou antes da nomeação de Maresca que o novo treinador não tem interesse em ser uma figura central para todo o clube e vai se concentrar inteiramente em seu papel como técnico principal — uma função mais restrita e bem definida do que o papel abrangente que Guardiola ocupava no Etihad Stadium, e que reflete um treinador que sabe exatamente o que é e o que não é.

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O que a postura de Maresca em relação a Guardiola significa para o próximo capítulo do Man City?

O tema recorrente em todas as respostas foi uma confiança baseada no autoconhecimento, e não em bravatas — um treinador que estudou o desafio, conversou com seu antecessor e chegou a uma posição clara sobre como essa próxima fase da história do Manchester City será sob seu comando.

A percepção de Maresca de que os clubes “sempre enfrentam dificuldades” após perder um treinador longevo do nível de Guardiola foi uma admissão importante — algo que mostra que ele entende o padrão histórico sem aceitá-lo como destino, e que está encarando o trabalho com os olhos abertos, e não com otimismo ingênuo.

A relação pessoal entre Maresca e Guardiola — próxima o bastante para um encontro cara a cara há apenas uma semana — também oferece certo grau de tranquilidade de que a transição entre os dois períodos foi conduzida com cuidado, respeito e o tipo de boa vontade mútua que nem sempre marca esses momentos no futebol.

Resta saber se a insistência de Maresca em fazer as coisas à sua maneira vai se traduzir nos resultados e na consistência que Elliot Anderson e o elenco recém-montado do Manchester City entregarão em campo — mas as primeiras palavras do treinador já deixaram clara uma visão confiante, pessoal e bastante distinta para o que vem a seguir.

Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 neste link.

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