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·12 Maret 2026
Marlon Freitas escolhe título no Palmeiras e inflama botafoguenses

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·12 Maret 2026

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O que aconteceu: Marlon Freitas disse que seu título favorito é o Paulistão de 2026 pelo Palmeiras, e a fala irritou torcedores do Botafogo.
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Impacto: A declaração reacendeu a ruptura entre o volante e a torcida alvinegra, que já havia reagido mal à saída do jogador.
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Próximo passo: O tema deve seguir repercutindo enquanto Marlon tenta se firmar de vez no Verdão em meio à comparação com o passado recente.
Marlon Freitas voltou ao centro de uma polêmica com a torcida do Botafogo depois de uma resposta curta, mas explosiva. Ao ser perguntado sobre qual era seu título favorito na carreira, o volante do Palmeiras respondeu: “Campeonato Paulista”. A frase repercutiu imediatamente entre botafoguenses, que viram a declaração como desprezo às conquistas da Libertadores e do Brasileirão de 2024, torneios dos quais ele foi capitão com a camisa alvinegra.
O incômodo cresceu porque a fala não caiu em terreno neutro. Marlon não é um ex-jogador qualquer no Rio. Ele foi um dos rostos do maior ano da história recente do Botafogo e, exatamente por isso, qualquer sinal de distanciamento costuma bater mais forte na arquibancada.
Marlon não elaborou muito. Perguntado sobre o título favorito, soltou apenas: “Campeonato Paulista”, sorrindo. Depois, ao falar sobre seu ano favorito na carreira, respondeu: “2026, né?”. Foi o suficiente para incendiar a reação de torcedores do Botafogo, que entenderam o comentário como uma escolha simbólica contra tudo o que ele viveu no clube carioca.
O ponto sensível está justamente aí. Não foi uma fala qualquer sobre adaptação ao Palmeiras. Foi uma frase que mexe diretamente com memória afetiva, porque coloca um título estadual recente acima das conquistas mais marcantes da história botafoguense no século.
O problema para a torcida do Botafogo não é apenas Marlon valorizar o presente no Palmeiras. Isso seria compreensível. O que pegou mal foi o tamanho da comparação.
Ao chamar o Paulistão de título favorito, o volante pareceu rebaixar, ao menos na leitura do torcedor alvinegro, a Libertadores e o Brasileirão de 2024. E aí a reação deixa de ser só esportiva. Vira emocional. Porque esses títulos não foram taças comuns para o Botafogo; foram conquistas históricas, construídas com Marlon como uma das referências do time. Essa leitura decorre do contraste entre a fala dele e o peso histórico das conquistas pelo clube carioca.
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A declaração encontrou um ambiente que já estava longe de ser pacificado. Depois da ida para o Palmeiras em janeiro de 2026, Marlon perdeu muito do carinho que ainda preservava com parte da torcida do Botafogo.
A reação ao rompimento já havia aparecido de forma pública: o jogador foi retirado de bandeirão de ídolos e também saiu de uma música muito cantada pela torcida sobre o título da Libertadores. Ou seja, a fala sobre o Paulistão não criou sozinha a crise. Ela entrou como combustível em uma relação que já vinha rachada.
Do lado alviverde, a resposta pode ser lida de outra forma. Ao valorizar o Campeonato Paulista de 2026, Marlon também dá um recado claro de alinhamento com seu novo clube e de conexão imediata com o momento vivido no Verdão.
Esse tipo de fala costuma agradar a torcida que recebe. Mostra envolvimento, sensação de pertencimento e vontade de abraçar o novo escudo sem ficar preso ao passado. O problema é que, quando o passado envolve um clube que acabou de viver seus momentos mais históricos ao seu lado, qualquer gesto de entusiasmo pelo presente ganha contornos de provocação para quem ficou.
Se Marlon tivesse escolhido qualquer troféu conquistado no Botafogo, dificilmente haveria ruído. Se tivesse dado resposta diplomática, talvez o assunto nem crescesse. O que fez a frase explodir foi o símbolo.
O Paulistão, por maior que seja no contexto brasileiro, foi colocado por ele acima de uma Libertadores conquistada como capitão do Botafogo. E isso, no imaginário do torcedor alvinegro, pareceu quase uma recusa a reconhecer a dimensão do que foi vivido no clube. Essa interpretação é uma inferência baseada na repercussão e no peso relativo dos títulos citados.
Para o Palmeiras, a declaração ajuda a reforçar a imagem de um jogador comprometido com o presente. Para o Botafogo, ela funciona como mais um sinal de rompimento total com o passado.
É essa dupla leitura que faz a história crescer tanto. A frase foi curta, mas não ficou no campo do gosto pessoal. Ela virou disputa de memória, orgulho e identidade. E quando um ex-capitão de conquistas históricas escolhe outro título como o maior da carreira, a interpretação quase nunca será fria.
Ele respondeu “Campeonato Paulista” ao ser perguntado sobre o título favorito da carreira.
Porque Marlon foi capitão dos títulos da Libertadores e do Brasileirão de 2024 pelo Botafogo, e muitos torcedores entenderam a fala como desvalorização dessas conquistas históricas.
Sim. Ao ser perguntado sobre seu ano favorito, respondeu: “2026, né?”.
Sim. Após a ida para o Palmeiras, ele foi retirado de bandeirão de ídolos e também saiu de uma música entoada pela torcida alvinegra.
Ele chegou ao clube em janeiro de 2026.
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