Miguel Brás da Cunha: “Há divergências claras com o Benfica, mas não atingiram este nível de falta de educação” | OneFootball

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·5 Maret 2026

Miguel Brás da Cunha: “Há divergências claras com o Benfica, mas não atingiram este nível de falta de educação”

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Miguel Brás da Cunha, membro do Conselho Superior do FC Porto e eleito pela lista independente ‘Por um Futebol Clube do Porto Maior, Unido, Insubmisso e Eclético’, apelou ao corte das relações institucionais com o Sporting, na sequência das declarações públicas do presidente leonino, Frederico Varandas, depois do clássico da Taça de Portugal. O advogado considera que foram ultrapassados limites e que a relação com o Sporting se encontra mais deteriorada do que com o outro rival, o Benfica.

“Há divergências claras com o Benfica, há também comportamentos que entendemos não serem os mais corretos, mas não atingiram este nível de falta de educação que é evidente no comportamento do presidente do Sporting. Nessa medida, há neste exato momento uma diferença de comportamento que merece, no nosso entender, uma diferença de tratamento também por parte do FC Porto”, referiu Miguel Brás da Cunha, em declarações a Record, justificando, assim, o comunicado emitido na tarde desta quinta-feira pelo movimento que lidera.


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“Em primeiro lugar, manifestamos um total alinhamento e solidariedade com o presidente do FC Porto, pelo modo como ele tem gerido o clube, designadamente nestes tempos mais recentes. Em segundo lugar, manifestamos solidariedade total, face àquilo que nós consideramos ser um ataque à honra do presidente do clube e consequentemente também ao FC Porto feito pelo presidente de um clube adversário, que é o Sporting. Esta é a razão mais imediata. Nesse contexto, parece-nos que face a um comportamento reiterado, que já teve como alvo o presidente honorário do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, numa altura subsequente ao seu falecimento, que tem agora por alvo também o presidente do FC Porto, eleito pelos associados do clube, entendemos que o clube não pode manter relações institucionais com um clube que se revê neste género de declarações e comportamentos por parte do respetivo presidente. Achamos que devem ser retiradas conclusões efetivas, formais, do desrespeito que tem sido reiterado para com o FC Porto, na pessoa do seu presidente. Primeiro com Jorge Nuno Pinto da Costa e agora com André Villas-Boas“, explicou o membro do Conselho Superior dos dragões, entendendo que “não é possível manter relações” com o Sporting.

Miguel Brás da Cunha defende que, mais do que suspender contactos formais, é necessário romper as relações institucionais enquanto persistir este tipo de conduta. “O FC Porto, enquanto este comportamento se mantiver, não pode ter a nenhum nível, seja desportivo ou outro qualquer, relações institucionais com um clube que se revê num comportamento tão pouco educado por parte do seu presidente”. Acrescentou que quando se menospreza a figura do presidente do clube está-se a ofender toda a instituição, situação que, segundo ele, está a acontecer neste momento em relação ao FC Porto.

O comunicado do movimento independente visou apoiar o presidente e instar o clube a reagir perante o Sporting.

“Mostramos total disponibilidade para, no que o presidente entender e no cumprimento do nosso dever enquanto membro do Conselho Superior, defender os interesses do clube. Ao mesmo tempo, manifestar junto do órgão do qual fazemos parte que nos parece que deverá haver por parte do FC Porto uma vontade formal no sentido de cortar relações institucionais com o Sporting. Daí termos dirigido o nosso comunicado ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, com o intuito de o tema ser discutido no Conselho Superior e posteriormente, em sentido mais amplo, em Assembleia Geral”, rematou o advogado.

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