Território MLS
·14 Februari 2026
MLS 2026: 11 jogadores do Canadá para acompanhar antes da Copa do Mundo

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·14 Februari 2026

Faltam apenas 111 dias entre a abertura da temporada da MLS e a estreia do Canadá na Copa do Mundo de 2026. Na prática, isso significa uma janela curta — cerca de 14 jogos de liga — para jogadores provarem valor, convencerem Jesse Marsch e carimbarem presença na lista final de 26 nomes.
A temporada norte-americana, portanto, vira vitrine direta para o Mundial. Abaixo, 11 atletas para acompanhar de perto — nomes que podem influenciar o rumo da seleção canadense no torneio.
Contratado em definitivo após empréstimo do Grasshopper, Choinière entra no ano precisando consolidar espaço. Em 2025, somou 1 gol e 1 assistência em 13 jogos.
A dúvida gira em torno do encaixe tático. Se o LAFC atuar com três homens no meio, ele briga por função mais aberta, competindo por minutos com peças já estabelecidas. Experiência internacional ele tem: disputou 22 partidas pelo Canadá e teve papel ativo na última Copa Ouro.
De volta ao status de titular absoluto, Crépeau troca o Portland pelo Orlando para assumir a vaga deixada por Pedro Gallese.
Recuperado da fratura sofrida na final da MLS Cup de 2022, retoma o protagonismo no ciclo de Copa. Com 29 jogos pela seleção, surge como candidato real a dono da meta — desde que mantenha sequência física e técnica.
Cérebro do meio canadense, chega por empréstimo até junho. Sai do Porto em busca de minutos — algo que faltou na Europa, onde somou cerca de 600 minutos na temporada.
No LAFC, terá protagonismo imediato e comando técnico alinhado culturalmente. A expectativa é simples: ritmo alto, liderança e impacto direto no jogo antes do Mundial.
Se 2025 serviu de termômetro, Laryea chega forte. Foi apontado internamente como um dos jogadores mais consistentes do Canadá no último ano.
Num Toronto reformulado, ganha liberdade para apoiar. A presença de zagueiros mais fixos e reforços nas laterais amplia seu raio ofensivo. Se mantiver nível, pressiona diretamente a concorrência por vaga no time titular da seleção.
Melhor goleiro da MLS em 2025, troca o Minnesota pelo Inter Miami já como campeão da MLS Cup.
Números que explicam o hype:
Além do desempenho, pesa o contexto: treinos de elite, calendário internacional e jogos grandes. Hoje, entra na briga direta pela titularidade da seleção.
Aqui mora a tensão pré-Copa: jogadores experientes tentando se manter e jovens forçando entrada.
Titular no Catar, perdeu espaço recente. Foram apenas quatro convocações em 2025.
Segue relevante pelo físico e experiência, mas disputa vaga de reserva na zaga. Precisa de regularidade no clube para recuperar moral.
Mudança de clube buscando minutos — e protagonismo.
Em 2025 pelo Vancouver:
Velocidade e agressividade no um contra um são suas armas. A atuação forte contra a Guatemala em janeiro reforçou o potencial de impacto imediato.
Veterano respeitado, 88 jogos pela seleção. Liderança pesa a favor.
Por outro lado, ausência em convocações recentes liga alerta. Para garantir segunda Copa seguida, precisa retomar protagonismo no clube e estabilidade física.
Caso curioso: volante que virou zagueiro.
Lesões no elenco o empurraram para a defesa — e ele respondeu bem. Foi titular na campanha que levou o Vancouver à final da MLS Cup 2025.
Pontos fortes na nova função:
Se mantiver evolução, vira opção híbrida valiosa para Marsch.
Extremo de velocidade pura. Chega ao LAFC para ser arma de transição.
Problema: cirurgia na virilha deve atrasar início de temporada. Perde minutos preciosos na corrida por vaga.
No Nashville, entregou números modestos (4 gols, 2 assistências em 23 jogos), mas impacto vai além das estatísticas — profundidade e pressão alta contam muito.
Outro remanescente de 2022 tentando repetir a dose.
Adaptou-se rápido ao Chicago Fire e ganha cenário interessante: equipe em reconstrução, com modelo de posse e saída curta. Estilo que favorece zagueiros técnicos.
Se evoluir nesse sistema, fortalece candidatura como peça de rotação defensiva.
A matemática é simples e cruel:
Cada minuto jogado pesa. Sequência, saúde e desempenho em jogos grandes vão definir quem embarca.
Para o Canadá, que joga o Mundial em casa (com EUA e México), o desafio é chegar competitivo. Para os atletas da MLS, a liga vira eliminatória antecipada.









































