Mantos do Futebol
·23 Maret 2026
Neymar fora da Copa do Mundo? Relembre craques brasileiros que ficaram fora do mundial

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·23 Maret 2026

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O futebol brasileiro tem uma história recheada de craques que brilharam em Copas do Mundo, mas também de estrelas que, por diversos motivos, jamais vestiram a amarelinha em uma edição do Mundial.
Entre lesões, escolhas táticas e episódios controversos, nomes que poderiam ter sido símbolos em Copas foram deixados de fora.
E no meio de um ciclo decisivo, é exatamente isso que Neymar vive agora: uma luta contra o relógio, as lesões e a necessidade de provar que pode ser peça chave na caminhada do Brasil rumo ao hexacampeonato em 2026.
Quando pensamos em Copa do Mundo e Seleção Brasileira, a imagem que vem primeiro à cabeça é a de craques jogando com a camisa amarela sob os aplausos de milhões.
Mas o futebol tem uma regra cruel: até os maiores talentos podem ficar fora do maior evento do esporte.
Lesões no momento errado, escolhas técnicas que surpreendem, ou simplesmente a falta de ritmo podem custar uma vaga na lista final.
E em 2026, o nome que hoje polariza esse discurso é o de Neymar Júnior.
Um dos maiores jogadores da sua geração, ele vive uma fase de incerteza, não por falta de talento, mas por uma sequência de temporadas marcadas por lesões e dificuldade em manter regularidade de jogos.
Antes de analisarmos o drama atual de Neymar, é preciso olhar para trás: histórias de craques que vagamente pareciam certos para a Copa, mas que acabaram fora.
Elas explicam que, no futebol brasileiro, nem sempre a trajetória é linear e nem sempre os maiores talentos vão ao Mundial.
Romário é um dos maiores atacantes que o Brasil já produziu.
Ele foi um dos protagonistas do título de 1994, com atuações decisivas e gols importantes que levaram a Seleção ao tetracampeonato mundial.
Mas quatro anos depois, o cenário mudou. Romário ficou fora da Seleção Brasileira na Copa de 1998 por causa de uma lesão na panturrilha direita, uma desinserção na aponeurose do músculo gastrocnêmio medial, ocorrida poucas semanas antes do torneio.
A decisão gerou grande polêmica, já que o jogador acreditava que conseguiria se recuperar a tempo, mas a comissão técnica comandada por Zagallo optou por cortá-lo, marcando sua ausência na competição.
Já em 2002, mesmo tendo brilhado no Vasco e mantido alta performance durante a temporada anterior, Romário não foi chamado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a Copa que o Brasil acabou conquistando.
Na época, a escolha técnica privilegiou outros atacantes, e o camisa 11 ficou de fora de seu segundo título mundial, um capítulo inesperado na carreira de um dos maiores artilheiros da história.
Esse episódio se tornou um símbolo do quanto circunstâncias fora de campo podem pesar, seja lesão, momento físico ou escolha de treinador.
Após ser um dos destaques do título brasileiro em 2002, Ronaldinho Gaúcho passou por fases de altíssimo brilho no futebol europeu e internacional, e apesar disso, não foi convocado para a Copa de 2010 pelo técnico Dunga, que optou por aproveitar outros perfis de meio-campo e ataque naquele momento.
Quatro anos depois, em 2014, o craque que ainda encantava com dribles e gols também ficou de fora da lista final mesmo estando em grande fase no Atlético-MG.
O técnico Felipão,campeão mundial com Ronaldinho em 2002, acabou priorizando outros atletas e deixou o craque brasileiro de fora da lista final.
Assim, Ronaldinho viveu uma das maiores dualidades de sua carreira: foi um ídolo absoluto, mas ficou fora das Copas do Mundo onde os torcedores mais esperavam vê-lo brilhar novamente.
Em um país que já revelou gênios em todas as gerações, alguns craques consagrados nunca jogaram uma Copa do Mundo.
Por lesões, polêmicas ou simples escolhas técnicas, suas ausências seguem entre as maiores injustiças do futebol brasileiro.
Se nomes do passado já passaram por essa situação, Neymar Jr. enfrenta hoje um dos maiores desafios de sua carreira, e talvez o mais doloroso.
O camisa 10 voltou ao futebol brasileiro pelo Santos após uma série de lesões e longos processos de recuperação, mas a regularidade em campo ainda é um problema real.
Em 2025, Neymar disputou 28 partidas pelo Santos, marcou 11 gols e deu 4 assistências. Esse desempenho é significativo, mas um Mundial moderno exige ritmo, saúde e constância.
Um Brasil campeão precisa estar preparado para jogar até 8 partidas consecutivas em alta intensidade, entre a fase de grupos e os mata-matas, uma sequência de jogos que Neymar não consegue repetir desde 2022, quando ainda estava no PSG.
O craque brasileiro não corre o risco de ficar fora da principal competição do futebol por falta de talento, mas precisa convencer o técnico Carlo Ancelotti de que é confiável também do ponto de vista físico.
O Brasil já definiu a lista de convocados para os amistosos pré-Copa, anunciada em 16 de março de 2026 pelo técnico Carlo Ancelotti.
Entre os nomes chamados para os confrontos contra França e Croácia, que servem como testes finais antes da lista definitiva, a principal ausência foi a de Neymar, que acabou ficando fora da convocação em meio a dúvidas sobre sua condição física e sequência de jogos.
Esses dois jogos: Brasil x França, em 26 de março, e Brasil x Croácia, em 31 de março, serão fundamentais para o técnico observar quem está pronto, quem está em forma e quem pode fazer a diferença na Copa do Mundo 2026.
A expectativa em torno dessas partidas também movimenta o interesse do público fora de campo, com torcedores acompanhando análises, projeções e probabilidades em diferentes plataformas esportivas, incluindo comparações entre as .
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