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·23 Januari 2026

Palmeiras e Leila abrirão processos contra autores de pichações nos muros do Allianz

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Nesta sexta-feira, a Polícia Civil de São Paulo identificou quatro indivíduos responsáveis pelas pichações dos muros do Allianz Parque, que aconteceram após a goleada de 4 a 0 sofrida pelo Palmeiras no jogo contra o Novorizontino, na última terça-feira. O clube e a presidente Leila Pereira irão acionar os autores na esfera judicial.

A informação foi inicialmente divulgada pela ESPN e confirmada pela Gazeta Esportiva.


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As pichações

As pichações ocorreram após a goleada sofrida pelo Palmeiras por 4 a 0 diante do Novorizontino, na última terça-feira. Na manhã desta quarta, os muros do Allianz Parque amanheceram pichados com frases como “Abel, acabou a magia?” e “Leila, seu negócio é roubar”, escritas nas paredes da bilheteria localizada na Rua Palestra Itália.

Os envolvidos

Após o crime, o clube registrou Boletim de Ocorrência e a Drade (Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva) conseguiu identificar Paulo Sérgio Goes de Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho como autores da ação.

Um quinto indivíduo também participou, mas ainda não foi encontrado pela polícia, que segue nas buscas.

Histórico reincidente

Um dos autores do crime, Deiveson Correia Carvalho já foi preso e tem no currículo outros relatos de violência relacionados a torcidas organizadas.

Deiveson esteve em um episódio recente com a torcida do Cruzeiro, onde membros da Máfia Azul, torcida cruzeirense, fizeram uma emboscada na Fernão Dias para integrantes da Mancha Verde, principal organizada do Palmeiras, em meados de 2022.

Esfera judicial

O Palmeiras acionará os indivíduos judicialmente para responder sobre o crime de “pichar, grafitar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano”. Leila Pereira, que foi alvo de ofensas nas mensagens, processará os autores por calúnia e difamação.

* Por Henrique Zaneti

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