Jogada10
·12 Juni 2026
Pogba vê França mais forte do que em 2018 e cita Brasil como possível surpresa

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·12 Juni 2026

Campeão mundial com a França em 2018 e um dos maiores ídolos do futebol do país nas últimas décadas, Paul Pogba alimentava o sonho de disputar a Copa do Mundo deste ano. No entanto, o meio-campista de 33 anos não convenceu o técnico Didier Deschamps de que merecia uma vaga na lista dos convocados para a competição nos Estados Unidos, México e Canadá.
Mesmo fora da seleção, o jogador demonstra confiança no desempenho dos Bleus. Em entrevista ao jornal francês L’Equipe, ele afirmou que considera a atual geração ainda mais forte do que a campeã na Rússia, em 2018, e a vice-campeã do Qatar, em 2022.
“Eles são talvez a seleção mais forte desde 2006, com todo o talento que possuem. Acho que são até melhores do que as seleções de 2022 e 2018, individualmente. Mas é uma Copa do Mundo: talento não é o único fator. E isso (o favoritismo) vai adicionar uma pressão extra”, afirmou.
Além da França, que estreia na próxima terça-feira (16) diante do Senegal, o volante apontou outras três seleções como favoritas ao título. Entre elas, o Brasil, que, na avaliação do jogador, recebe menos atenção do que merece.
“As outras seleções não vão facilitar. Sempre torcerei pela França, mas Portugal também tem um grupo muito bom e criou algo especial, assim como a Espanha. E não falamos muito do Brasil, que pode ser a grande surpresa. Vai ser interessante”, analisou.
Pogba não veste a camisa da seleção francesa desde março de 2022. Nesse período, enfrentou uma sequência de problemas físicos, o que inclui uma grave lesão no joelho direito que o tirou da Copa do Qatar. Em 2023, quando defendia a Juventus, da Itália, ele também recebeu suspensão de 18 meses após testar positivo em um exame antidoping.

Paul Pogba durante treinamento pelo Monaco – Foto: Reprodução / Instagram
O retorno aos gramados ocorreu apenas em maio do ano passado, já com a camisa do Mônaco. Desde então, o jogador participou de apenas seis partidas e somou 115 minutos em campo, números que não convenceram Deschamps a incluí-lo no grupo para o Mundial.
“Eu não acertei com o Mônaco pensando que estava ali para jogar a Copa do Mundo. Fazia muito, muito tempo que eu não jogava. Meu objetivo era simplesmente voltar a competir, recuperar a boa forma física, e só. Se a convocação tivesse acontecido, teria sido um bônus”, salientou.
Sem espaço na convocação, o camisa 6 da campanha do título de 2018 marcará presença nos Estados Unidos para cumprir compromissos com uma marca esportiva. Durante a passagem pelo país, ele pretende visitar a concentração da seleção francesa e manifestar apoio aos companheiros.
“Aproveitarei a oportunidade para assistir a alguns jogos, incluindo o jogo da seleção francesa (contra o Senegal na próxima terça-feira). Conversarei com a comissão técnica. Não quero incomodar, mas é importante para mim ir e demonstrar meu apoio. Estarei lá para torcer por eles e aproveitar minhas férias ao mesmo tempo”, concluiu.







































