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Revista Colorada

·3 April 2026

Polícia atualiza investigação sobre acusação de injúria racial em clássico Gre-Nal

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No último final de semana, em confronto ocorrido no estádio do Sesc Campestre, em Porto Alegre, uma grave acusação foi feita. Após o clássico Gre-Nal disputado pelo Campeonato Brasileiro Feminino, um membro da torcida organizada “Camisa 12” afirmou ter sido alvo de injúria racial por parte de uma dirigente do Grêmio.

De acordo com o relato do torcedor, a expressão “macaco” teria sido utilizada como ofensa pela representante do rival. Bárbara Fonseca, executiva de futebol feminida do Grêmio, por sua vez, negou veementemente o ocorrido, afirmando que tinha testemunhas confirmando sua versão. Diante disso, o caso foi levado para investigação da Polícia.


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A busca dos investigadores, agora, é por uma prova de que a ofensa realmente foi proferida. Sendo assim, na última quinta-feira o portal “GZH” divulgou uma atualização do caso. De acordo com as novas informações, a análise das câmeras de segurança do complexo do Sesc foram analisadas, mas sem uma definição do caso.

Pelos ângulos disponíveis, o momento da ofensa, conforme o relato do torcedor, acabou não sendo flagrado pelas câmeras. Em virtude dos ângulos disponíveis, foi impossível realizar a leitura labial do ocorrido. Sendo assim, a polícia deve focar nos relatos das testemunhas presentes no estádio.

“As imagens captaram parcialmente o ocorrido, pois nelas a gente consegue visualizar a vítima e conseguimos ver que ela está conversando com alguém, discutindo com alguém, mas o interlocutor não aparece nas imagens, está num ponto onde a câmera não pegou. E também não temos áudio. Por não conseguir ver a suspeita, não tem como fazer nenhum tipo de análise de leitura labial para verificar o que ela de fato falou”, justificou Vinícius Nahan, delegado responsável pela condução do caso.

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